segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Por onde andava o padre Júlio?

Padre Júlio, pároco de Pedrogao Grande, diz estar muito preocupado porque os apoios do Estado tardam a chegar às vitimas do incêndio.
A jornalista lembra as formalidades necessárias, mas o padre Júlio  encolhe os ombros, esboça um sorriso e deixa no ar a ideia de que são desculpas do governo.
Eu gostava de saber onde andava o padre Júlio quando o governo Passos/Portas cortava as reformas dos pensionistas e mandava as pessoas emigrar. A passear num daqueles automóveis topo de gama de que os padres da região são tão fervorosos adeptos?
Já agora, se não for pedir muito, gostava de saber qual é o interesse jornalístico do testemunho de um padre. 
Tem mais valor do que o do presidente da Câmara, da Caritas  ou do provedor da Santa Casa? É equiparável ao da empresária que conseguiu duplicar o número de mortos e ao de Passos Coelho que "viu" pessoas a suicidarem-se? E porque não ir perguntar a opinião das testemunhas de Jeová e dos mormons?
Desculpem lá, mas são perguntas que me atormentam.
Tenham uma boa semana

3 comentários:

  1. O Padre Júlio aparece e desaparece consoante as conveniências.
    É um artista. Português, está visto.

    Boa semana

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  2. Pois...boa pergunta!Se fosse mas era rezar a missa,não tenho paciência para estes "moralistas"!

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  3. Eu estou nas tintas para o padre, o Passos Coelho, o Portas, o raio que os parta.
    Quero é saber onde é que pára o necessário auxílio às populações.
    O resto é paleio para encher chouriços.

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