terça-feira, 22 de agosto de 2017

E por falar em rabos...

Já  que  trouxe à baila a premente questão do rabo de Taylor Swift, decidi prosseguir com o tema, no intuito de encontrar resposta para uma questão que há muito me atormenta.
Tudo começou com a moda das calças de cintura descaída e o inómodo que sentia quando era obrigado a ver  no metropolitano, logo pela manhã, anafados rabos a espreitar pelas calças.
Liberto das viagens diárias de metro  e aliviado porque essas cinturas saíram de moda, a questão passou a suscitar-se nos areais da nossa costa.
Quando passeio no paredão, por exemplo, coloco frequentemente a seguinte pergunta:
-Por que  razão só uma em cada 50  mulheres que usam  fio dental ou aparentado, tem um rabo digno de ser exposto?
A pergunta pode parecer cretina. Até machista. Mas, acreditem, é apenas curiosidade. Será que as mulheres com rabos bonitos têm mais pudor em exibi-lo publicamente?
Se alguma leitora me quiser esclarecer, agradeço. Talvez assim  eu consiga perceber a razão de senhoras de provecta idade ( estou a falar de gente acima de 65/70 anos) não terem qualquer pudor em se prostrar ao sol, nas piscinas naturais daqui da Linha, exibindo não apenas os glúteos, mas a totalidade da superfície daquela parte do corpo que começa ao fundo das costas e sobre a qual os humanos costumam sentar-se.
É que o espectáculo não é bonito de se ver, por isso, deve haver uma razão convincente para a exibição das partes pudendas por parte de algumas senhoras. Será receita médica?

23 comentários:

  1. Começo por dizer que aprendi um novo vocábulo. Se alguma vez soube o seu significado, já me esqueci, consequentemente, considero-o como nunca aprendido. Trata-se de “provecta”.

    Concordo com o Carlos. Eu nunca compreendi a razão por que as senhoras gostam de se exibir quando, na realidade, a parte física exibida não as favorece. Não considero o fio dental elegante. E o outro estilo meio fio dental e “meio coberto” ainda menos. Algumas senhoras de provecta idade gostam de fazer topless. A mesma regra se aplica já que a lei da gravidade se manifesta, na minha opinião, demasiado cedo. Esta deveria apenas começar a vislumbrar-se depois dos 80, por exemplo.

    Também não compreendo a razão por que muitos senhores usam “speedos” em vez de calções “mais folgados”. Os que têm enormes barrigas deviam seguir o meu conselho seriamente!! : ))

    A não ser que tenham um “six-pack” bem definido!! : ))

    Nas praias do sul, Bahamas, Rep. Dominicana – just to name a few!! : )) - quando se vê um homem de speedo, sabemos que é europeu!!

    Quando se fala em topless, recordo-me sempre de uma amiga do Algarve (crescemos e estudámos juntas em Lx, seguindo mais tarde áreas diferentes) que ia para uma praia “deserta” fazer topless onde o marido também se exibia na sua tanga porque eram muito conhecidos na cidade. Ela advogada, ele solicitador. Ele, por uma questão de “modéstia” não usou a tanga naquele dia que passei com eles. Absolutamente compreensível. Os clientes e as clientes – durante as consultas – deveriam estar totalmente concentrados nos seus problemas e não serem distraídos por memórias de determinados atributos da pessoa que se encontra à sua frente.

    E, mais uma vez, recebe um comentário enorme. Às vezes fico na dúvida se a caixa de comentários é suficiente espaçosa...

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    1. Tendo a Catarina tanto cuidado com as línguas estranho que não conhecesse o termo provecta. Sempre significou avançada em qualquer situação quer na idade quer nos estudos...

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    2. E ainda por cima tenho a mania, Anfitrite, que o meu vocabulário é rico muito embora na linguagem verbal e escrita não demonstre essa "riqueza". Mas também sou suficientemente "humilde" para confessar aquilo que não sei, tal é a minha auto-confiança! :))

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  2. Bem convém desde logo referir que mesmo quando era bem magrinha não fiz topless nem andei com bikini decotado (lembrei-me agora que aos sete anos até fiz mas nessa altura poderia ser confundida com um rapaz porque não tinha peito nenhum) mas parece-me que existe uma explicação muito simples, andam como querem porque se vestem para elas próprias sem pensar em serem vistas e o seu rabinho, bronzeado deve ficar mais bonito e saudável, por isso, não pensando em fazê-lo, acho muito bem que o façam (e sendo míope e distraída nem me acontece muitas vezes reparar em como andam ou não andam :)

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  3. Das duas uma: ou não têm espelhos em casa, ou então lidam mal com o avanço da idade e não aceitam o facto de já não terem 20 ou 30 anos...

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    1. ahahahahah

      Eu que sou de opinião de que as pessoas devem fazer o que muito bem entendem, desde que não incomodem os seus semelhantes, acho que, de facto, em certas situações, ficamos mais elegantes – mulheres e homens - se tomarmos em consideração as alterações que vão ocorrendo ao longo dos anos, quer queiramos ou não.
      Tenho uma prima que tem talvez uns 76 ou 77 anos que ainda usa (ou usava há 3 anos) biquini. É de estatura baixa, sem excesso de peso, faz ginástica desde os vinte e poucos anos e nunca usou um fato de banho de uma peça. Tem um espírito tão jovem que tem amigas de quase todas as faixas etárias. Estou tão habituada de a ver de biquini que nem acho mal! : ))) Não estou a ser justa para com as senhoras que são “fortes” e insistem em usar duas peças ou apenas uma!! : ) Parece que tenho dois pesos e duas medidas. Not fair!!

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  4. A praia não deve ser lugar para exibição ou exposição. O sol faz bem, embora também faça mal. por alguma na razão na praia da Parede alugavam barracas duns anos para os outros para virem expor todo o corpo ao sol, dados os conhecidos benefícios dos seus ares, mas como era proibido, tinham de se esconder em barracas sem tecto. Acho que quem se sentem bem com o seu corpo se está nas tintas para o que os outros pensam. A mim dava-me era vontade de rir era quando via senhoras todas pintadas, muito bem penteadas e com adreços quando iam para a praia e iam só molhar o rabo para não se escangalharem. Acho que cheguei a dar uns mergulhos daqueles em que se espalha muita água só para irritar tais fulanas. pelo que já disse aqui acho que deduziram que já fiz nudismo onde era permitido e dei muitos passeios à beira mar sem ninguém se preocupar. No entanto ainda me divertia quando via equipes de homens a jogar futebol e digamos voleil. Ficam sempre menos perfeitos. felizmente eu nunca tive nada pendurado, que precisasse de apoio. Espero que o Carlos já tenha tido o prazer de andar no mar sem roupa. É das coisas mais agradáveis. Piscinas não gosto porque são uma porcaria com os desinfectantes. Acho que fui uma vez às piscinas da Praia das Maçãs e a primeira coisa que vi foi uma escarreta, ou ranheta enorme e nunca mais lá voltei. Ainda hoje não incomodaria ninguém com o meu físico, embora a lili no outro dia dissesse que ainda tem corpo para triquini, mas essa é outra história porque sempre tratou do corpo que era para ele render mais...

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    1. Claro que já tive muitas vezes o prazer de tomar banho de mar nu. Especialmente à noite, em praias asiaticas.

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  5. Não percebo boa parte desta conversa. Para mim o pudor existe e nada tem que ver com as qualidades do corpo. Não me dispo em público estando bem, como não me dispo em público estando mal. É igual. Se há quem se sinta bem despido na decadência por que carga de água devo eu criticá-los por o fazerem e não terem vergonha de o fazer?

    Para mim, quem faz topless não tem vergonha de mostrar as mamas, o que nunca me passaria pela cabeça fosse em que circunstâncias fosse(embora seja homem). Se deixa de as mostrar por causa da idade por ter ganhado vergonha até parece que antes as mostrava por exibicionismo. Se sempre as mostrou há algum motivo válido para deixar de o fazer? Quem não gosta, não olhe. As pessoas têm o direito de que as não olhem com cara de nojo.

    O mesmo com o rabo. Nunca me passou pela cabeça que o fio dental não fosse andar com o rabo de fora. Confesso não saber de onde vem tanta gente sem pudor de mostrar o rabo em público. E não é por ser velho e pendurado ou novo e firme. É genérico.

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    1. É uma forma muito generalizada de ver as coisas...
      Muitas mulheres pensam um pouco diferente. Talvez os homens também devessem pensar assim para não fazerem “figuras tristes”.
      Compreendo o que está a dizer e até concordo em parte. Mas, por outro lado, se uma mulher quando tinha 30 e tal anos usava calções porque lhe ficavam bem (e por muito que digamos que queremos agradar a nós próprias e não aos outros, não acredite; não é verdade) e agora com 50 e 60 apercebe-se que, de facto, não lhe fica bem, talvez não os deva usar. De acordo com a “lei da moda”, as senhoras desta idade já não devem usar calções por uma questão de elegância. Mas, se entender que continuará a usá-los, ninguém tem nada com isso!!!
      Este é um exemplo muito simples que não causam olhares críticos. O mesmo não acontecerá com uma mulher de 60-70 anos topless ou um homem da mesma idade, extremamente barrigudo e de tanga.
      É, afinal, uma questão de bom gosto! Apenas isso.

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    2. Ó Catarina devo ser um caso raro, mas que o destino não me castigo. Sempre tive orgulho nas minhas maminhas (digo isto porque não são grandes, mas não são enfezadas) e ainda hoje, depois dos sessenta, só uso soutien quando visto roupa transparente ou translúcida e em casa nunca uso. No outro quando fui ao médico por "decoro"
      levei o dito. dias depois andava à procura desse soutien e fui encontrá-lo na minha mala (carteira), porque quando sai do consultório,a primeira coisa que fiz foi ir à casa de banho tirá-lo e esqueci-me desse pormenor. Isso do nu e dos conceitos, do aspecto tem muito que se lhe diga. Ainda hoje há muita gente que mesmo vestida me incomoda. E quando vejo jovens deformados, fico mesmo triste. Não me estou a referir a casos de doença evidentemente. Houve uma altura em que eu usei lindos fatos de banho porque pensava que não estava para dar pérolas a porcos:) Mais uma coisa:detesto ver homens com barriga de cerveja, seja de calções ou de tanga. Os
      homens pançudos e o resto magro são asquerosos.
      Falando de vocabulário não sei se tem esta página que é muito interessante:

      https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/cagan%C3%A7a

      Escolhi com este termo porque se usa muito, no Algarve, para gente extremamente vaidosa. Espero que nºao mo aplque.
      Est´difícil hoje escrever aqui.

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    3. Conheço a gíria.
      Não será este que lhe vou aplicar. :)
      Quem está consciente dos seus dotes físicos e intelectuais não tem que ser necessariamente vaidosa(o).

      Congratulo-a por não ter sofrido os efeitos da gravidade, do processo de envelhecimento, das mudanças biológicas menos atraentes... :)

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    4. Felizmente nunca tive barriga, pois também me incomodam aqueles barrigudos. Quando ia para Benidorm, a avó de uma amiga belga, com bastante mais de 60 anos, usava biquini e, posso garantir que deixava muitos homens embasbacados e muitas jovens invejosas

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  6. Cara Catarina, Não percebo o que quer dizer quando diz que a minha é uma "forma muito generalizada de ver as coisas".

    Não me parece. Acho que o impudor anda muito generalizado. Achava eu que mostrar o rabo quando eu ia à praia (até 1993, tinha eu 23 anos) era tão arrojado como mostrar as mamocas. Ora, hoje há muitos rabos visíveis, comparado com as glândulas mamárias.

    Depois, ainda assim, como se vê por outros comentários e pelo postado que lhes dá origem, parece que só são exibíveis as vergonhas em boa forma física. O que não faz sentido. Se se tem falta de vergonha e de pudor isso será com cada qual, independentemente de aos outros esses corpos parecerem "asquerosos", ou "indignos de serem expostos", etc.

    De qualquer modo, não interessa muito entrar no terreno da decrepitude dos corpos e dos sinais do envelhecimento ou da usura.

    Os campos de discussão aqui abertos nos termos em que o foram, reduzamos a coisa ao absurdo, passam pelo direito à exibição do corpo (que alguns acham repugnante e até ofensivo) e pelo direito de olhar (que alguns consideram violentado e ofendido).

    Posto assim não estaremos no campo da destituição da cidadania do corpo dos velhos, dos com deficiência,dos fora da norma? Isto digo eu que odeio praia, que nunca exibiria nada, e que deixei de ir à praia com 23 anos. Que vos parece?

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    1. Passando agora para um tom mais sério, gostaria de esclarecer que apesar de ser de opinião de que deveríamos usar o que mais nos favorece em todas as circunstâncias (mulheres e homens) nunca me referi a corpos asquerosos ou indignos de exibição.
      O nosso corpo merece todo o respeito, independentemente das alterações que sofrem devido ao processo de envelhecimento ou outras causas, e não merece comentários indignos, maliciosos, insultuosos ou humilhantes.
      Ao fim e ao cabo, a beleza está nos olhos de quem a vê.

      Não posso deixar de lhe dizer que fiquei com muita curiosidade quanto ao ter deixado de ir à praia aos 23 anos. : )

      Tendo nascido no Algarve, a praia fez parte de mim desde sempre e tenho ainda grande dificuldade em aceitar o facto de que vivo hoje longe de uma praia de mar.

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    2. Entretanto, estou a achar muito estranho o facto de o Carlos estar totalmente alheio (=não participante) da nossa conversa. : )

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    3. Nao estive nada alheado da conversa, Catarina.Bem pelo contrário.Devo mesmo dizer que acompanhei os vossos comentários com muito interesse.Acontece é que tenho por princípio que as caixas de comentários são para os leitores e eu devo interferir o mínimo possível. Salvo, claro, quando a para isso for solicitado ou por considerar que a minha intervenção traz algo de novo ao debate. Esclarecido este ponto, vou responder a algumas questões.

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    4. Eu sei que iria responder ao meu comentário acima.
      Assim, fiquei mais satisfeita!☺☺☺☺☺

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  7. Cara Catarina, Sim, claro que não usou. Mas foram usados, em modo ligeiro, ao ritmo da conversa e creio que sem intenção insultuosa. Mas ouve-se muito esse discurso.

    A mim que não tenho o impudor ou a falta de vergonha para exibicionismos, não me choca que outros encontrem prazeres onde eu não os encontro. Claro que prefiro ver o corpo de uma miúda de vinte anos, mas isso é problema meu.

    Se o velho ou a velha (ou os feios) se sentem bem de speedos, então força. Se os novos (e bonitos) têm esse prazer, não vejo que faça sentido que tenham o exclusivo desse à vontade/exibicionismo/etc criticando os outros.

    Nasci em Angola e desde 1970 a 1993 sempre fiz praia. Nesse ano estive 15 dias pelo litoral com colegas do Técnico e depois mais 15 com os meus pais, no Algarve.

    Daí em diante até ia ter com os meus pais ao sítio onde eles estavam de férias na praia. Mas estudava, lia, ia ao café.

    Sou demasiado branco, fico lagosta em 15 minutos, nunca ganho bronzeado. Detesto o pegajoso do protector solar, o sal seco na pele, a areia debaixo da T-shirt, o suor a escorrer. Blergh.

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    1. Compreendo! :)

      Gostei da conversa.

      Saudações

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    2. Cara Catarina, Também gostei. :), n.

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  8. Os anónimos não merecem resposta e o Carlos não lhes costuma dar, mas eu pelo-me por uma boa briga. Como aqui fui referida, às escuras, (para já informo que não me vou preocupar com a escrita), venho afirmar que os termos devem ser usados no lugar e na ocasião própria. não há vocabulário bom nem mau. As palavras existem e são para ser usadas no momento próprio. deixe-mo-nos de eufemismos. Tenho pena que o anónimo já seja um recalcado e não tenha sentido na sua juventude a Liberdade de um 25 de Abril. Tem havido muito programas sobre o assunto, mas pelos vistos não está interessado. SIM! Há corpos asquerosos, porque muitos dos donos assim o querem. O do CAA é um deles. A beleza sempre foi um conceito e lhe garanto que segundo as métricas há pessoas que são consideradas feias, mas são duma beleza e dum nível sem igual. Eu considero tristes certos aspectos porque as pessoas são desleixadas, não me refiro ao que a natureza propriamente lhes deu, ou ao que lhes aconteceu. A falta de pudor está nos olhos de quem vê. Uma criança não vê diferenças nem mal em nada. É a má informação/educação que as condiciona. Numa sociedade de facto há regras a seguir, mas ninguém tem nada a ver que eu vá para um campo de nudistas fazê-lo nem me dispa no mar. É pena que nunca tenha sentido a beleza de um rico banho de mar ao natural e de uma praia sem montes de gente. Pela sua idade vê-se que é daqueles jovens que foram condicionados pela geração que se seguiu a Abril, que só se importa com eles, os meninos da pastinha. Os novos crânios. Participar aqui já é bom sinal. Mas tem de abrir mais essa mente. Ainda está em idade para isso. Um facto verídico: conheci uma senhora que depois de Abril foi com uma amiga ver um filme naqueles cinemas especiais, porque a pesar de ser casada nunca tinha visto um homem nu. Tive uma colega que foi com o marido ver o filme "Aquele Inverno Em Veneza" (ainda me lembro, estreou no Condes), com Julie Christie e Donald Sutherland, considerado por uma revista da especialidade o melhor filme inglês de sempre, e que apenas ao longe e desfocado se via a pessoa nua, e essa colega envergoganha disse-me que até chegar a casa não falou com o marido. E era uma mulher que trabalhava fora num lugar com imensa gente. ( Devo dizer que apesar de ser desbocada as pessoas aproveitavam para vir ao meu gabinete desabafar as suas mágoas. Houve até uma que me mostrou as pernas cheias de nódoas negras, porque o marido, um alcoólico queria à força abrir-lhe as pernas para aa utilizar.
    Só agora reparei que tinha algum handicap. Nasceu em Angola. Isso teve muita importância na vida das pessoas. Eu também tive/tenho uma prima muito dotada, ela e o marido andaram no IST, quando ficou grávida e teve gémeos, nem gozou a licença de maternidade com medo que alguém lhe tirasse o posto de chefia na Lever. Era o marido que virando lá professor tinha que levar as crianças para a ama. Fico-me por aqui. Espero que o Carlos não leve a mal a minha narrativa.

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    1. Como já referi noutro comentário, adorei esta conversa, pelo que não tenho razões para levar a mal seja o que for.

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