sábado, 15 de julho de 2017

Memórias em vinil (CLXXXVI)

Pois, pois, eu sei que esta história de amor  interpretada pelo Júlio Iglésias era muito pirosa.
Já pelos French Latino  a história é outra...
Mas e se for pela Luz Casal? Não é memória em vinil, mas continua a ser um excelente tema, como já era no meu tempo. Só que na altura do vinil eu também a achava pirosa. Uma questão de roupagem e tudo muda, não é?


Boa noite!

4 comentários:

  1. Também fui a um concerto do Júlio Igresias.
    Prefiro uma voz masculina.

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  2. parece-me bonita em qualquer voz. Ouvi-a primeiro na voz de Júlio Iglésias e gostei. Cada um a canta como sabe e uns saberão interpretá-la melhor que outros, mas é uma canção sempre, com o mesmo poema e ligeiras diferenças musicais. Só a situação que canta é pouco original.

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  3. Ouço a canção de amor no jardim e... até as árvores choramingam.

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  4. Sim eu sei que tudo são recordações.... A minha memória é muito boa mas muito selectiva. Imagine Carlos que eu sei esta letra de cor, como de várias outras, que costumo trautear e menear-me quando me dá na veneta e não sabia qual era o título. Como ela é linda! e quando tocada por um acordeão, instrumento muito utilizado na minha terra natal, até nos faz derreter. Ah, também já vi o Júlio Iglésias ao vivo, no Parque Maria Luísa, em Sevilha, estava na primeira fila, até lhe podia tocar. Não sei se chorei, mas sei que vi lágrimas nos olhos duma amiga que estava comigo e que não é nada de choraminguices. Também me chateei, porque tinha bilhetes, mas compreendi, que MÁRIO SOARES tivesse proibido o seu concerto, há long time ago, para evitar a saída de divisas do País.Também me lembro de ter estado à espera uma porção de tempo que sua Excª. chegasse para actuar na Operação Pirâmide. Lembra-se, ou não estava cá? Para quem não se lembrar, foi uma dado irrepetível até agora Que apareceu Pedrógão mas não era novidade e era porque os tempos eram difíceis, tivemos de acolher quase um milhão de pessoas, não foi por um incêndio e antes muitos mais morreram mas ninguém se preocupou, não havia internet https://museu.rtp.pt/livro/50Anos/Livro/DecadaDe70/RTP-2UmNovoCanal/Pag9/default.htm . Por falar em primeira fila, lembrei-me de ter ficado junto ao palco a ver e ouvir o Phil Collins mais a sua célebre banda, Genesis, pela primeira vez em Portugal, no ano de 1975, no saudoso Dramático de Cascais. As luzes e as nuvens eram tantas e tantas cores que parecia que estava no paraíso. nessa altura dava-se valor às coisas, hoje são dados adquiridos sem passaporte. http://nirvanaemcascais.bravehost.com.

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