quarta-feira, 12 de julho de 2017

A culpa é da testosterona

Trabalhadoras de limpeza do aeroporto  do Porto anunciaram uma greve. Queixam-se de assédio moral e sexual
Há muita testosterona aos saltos no Sá Carneiro, é o que é...

8 comentários:

  1. Hummm...eu mudava-me para a Portela; é mais adstringente.

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  2. Carlos, até acho que os homens hoje têm menos tomates do que antigamente. Hoje só vejo os miúdos a lamberem-se uns aos outros. No outro dia li uma grande entrevista duma doutoranda, que estudava este assunto, que referiu que quando foi à entrevista com determinado Senhor, ele passou a vida a olhar para o seu decote. No meio disto tudo eu sinto-me frustrada. Sempre sobressaí nos meus escolares e até empregos por ondem andei, não só por ser inteligente como com bom aspecto físico, além de ter bom gosto a vestir. Mas nunca ninguém me fez nenhuma proposta indecente. Apenas alguns piropos, mas até bastante interessantes. Só subi na carreira através de concursos. No entanto conheço algumas que subiram na vida porque gostavam de estar na horizontal, suponho eu, ou porque não lhes davam o queriam em casa. Sempre ouvi dizer "quem não quer ser lobo não lhe veste a pele", e hoje francamente é tudo tão livre que é uma vergonha no vestir. Nus davam menos nas vistas. Até eu fico incomodada de ver uma bi-ancas, com o rabo a dar a dar, porque acho que é tudo um desleixo pegado. Quando antes ia de carro para o emprego, achava piada as mulheres que iam, ao lado dos maridos, a maquilharem-se enquanto eles conduziam, porque não tiveram tempo de o fazer em casa. Para quem estavam elas a embonecarem-se? As pessoas hoje já não parecem humanas. Já nem falo das tatuagens... mas para falar verdade o que mais me incomoda quando vejo aquelas entrevistas nas aldeias abandonadas, bairros miseráveis, aldeias incendiadas é quando aparecem aqueles idosos, ou não, todos desdentados. É isso que me revolta.
    Mas que o Carlos é um bocado tendencioso quando se fala de futebol é. E quando fala de mulheres é menos complacente...

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    1. Na verdade quando se fala de futebol, não sou um bocado tendencioso, Anfitrite. Sou MUITO tendencioso e defendo o meu clube com unhas e dentes. É por isso que raramente escrevo posts sobre desporto. Sei umas verdades sobre o presidente de um determinado clube que, apesar de o serem, e eu ter assistido a elas, não posso divulgar para que não me aconteça como ao director de comunicação social do FC do Porto. Denunciou como se intimidam e manipulam árbitros, com base em documentos reais, mas o condenado foi ele!
      Quanto às mulheres, sabe quem me acompanha desde o início que sempre fui um "feminista" mas, nos últimos anos, percebi que era ingénuo. Vários exemplos de despotismo a que assisti, praticados por mulheres com cargos de direcção na administração pública deixaram-me com os cabelos em pé e, acima de tudo, descrente quanto a esse mundo idílico que seria ver as mulheres comandarem o mundo.
      Se quiser, um dia posso contar-lhe alguns episódios a que assisti e acabaram com todas as ilusões que tinha em relação à liderança feminina.

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    2. Calculo, e até sofri com uma que me passou por cima à custa do psd. Eu até pensei que ela tivesse outras tendências, apesar de ter marido, dois filhos, porque na frente me bajulava muito e me dava sempre postais em determinadas datas. Mas o mal dela era inveja. Provou-se depois de estar acima de mim. No entanto sei que várias mulheres têm tido atitudes tristes depois de ocuparem certos lugares. Algumas poderão ser para mostrar trabalho, outras por lhes estar no íntimo como nos homens. Mas ontem até chorei ao ver o filme do filho de Paula Rego. Os quadros dela sempre me assustaram ou deprimiam, (até já tinha visto e ouvido várias entrevistas dela) mas ela tinha razões para isso, naquele tempo, apesar de ter o pai que teve. Imagine as outras de classes bem desgraçadas; talvez não tivessem a sensibilidade dela, ou não tivessem tempo para pensar. Eu sempre fui muito rebelde, os tempos já eram um pouco melhores, mas nunca despedi as calcinhas para ninguém, só para obedecer, mesmo que quisesse havia a culpa social que me impediria. Mas se fosse um grande amor creio que estaria nas tintas.

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    3. Eu também vi o filme. Confesso que me chocou um bocado a forma como ela descreveu essa cena das calcinhas. Afinal ela nunca tinha visto o fulano...

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  3. Por aqui se vê como a greve foi banalizada.
    Além de que não é verdade o que as donzelas se queixam.

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