domingo, 18 de junho de 2017

Causas Naturais

Uma trovoada seca provocou ummonstruoso incêndio de que resultou a maior catástrofe de que ha memória em Portugal.
Foram CAUSAS Naturais, portanto, não há que procurar culpados, nem começar a pedir justiça. Respeitemos, em silencio, a dor de quem perdeu os seus entes queridos, por causa de um raio.

17 comentários:

  1. Foi o que li no sapo.pt.

    Perante os incêndios dos anos anteriores, estou com curiosidade se foram tomadas algumas medidas preventivas, como limpeza das áreas florestais, por exemplo. Neste caso, mesmo sendo devido a trovoada seca e ventos fortes, teria ajudado um pouco. Talvez a tragédia não tivesse sido tão grande.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. De acordo, Catarina. Acrescentaria apenas que um povo mais respeitador da Natureza, um bocadinho mais culto e menos idiota, também ajudaria muito.

      Eliminar
    2. Também concordo, Carlos. Apenas deixo o Carlos fazer essas apreciações. Vindas de mim podem soar pedantes.

      Eliminar
  2. causas naturais mas tambem incuria, quando as medidas ditas normais não funcionam é necessário tomar medidas fora do normal é nessas alturas que os politicos com coragem se tornam excepcionais infelizmente vamos continuar a fazer pouco ou nada e lamentar os mortos e as areas ardidas como em anos anteriores

    ResponderEliminar
  3. ...de um raio que os parta a todos os que negligenciam, durante o resto do ano, as medidas preventivas para evitar/combater eficazmente, casos como este, e outros (de origem, comprovadamente, criminosa) em anos anteriores.

    E como vamos respeitar a dor dos que perderam tudo, em incêndios anteriores, em que as perdas não se deveram a CAUSAS Naturais( veremos ) e sim, a mão criminosa?
    Ora, Carlos! É bom ser-se moralista quando aplicamos a moral a outros...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Nunca mudei de opinião nesta matéria, Janita, Se estou a ser moralista hoje, também o fui em 2003, num texto publicado numa revista, onde defendi exactamente o mesmo. Estou farto de indignados e de gente negligente, egoísta e sem civismo que coloca em risco a vida dos outros, por causa do seu egoísmo. Mas isso agora não interessa nada, porque é a acção e não a indignação que resolve os problemas. Até porque o que tenho visto mais por aí é gente indignada, porque o governo quer legislar no sentido de se apropriar dos terrenos baldios que as pessoas desleixam.

      Eliminar
  4. NEGLIGÊNCIA é a palavra correcta, Carlos, portanto é preciso procurar os CULPADOS.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Culpados são todos os que não cumprem com os seus deveres cívicos e as suas obrigações, Teresa

      Eliminar
  5. Normalmente nestas situações procura-se um ou vários culpados institucionais.
    É mais fácil, ajuda a enfrentar a tragédia melhor.
    E lá continuamos todos a assobiar para o lado e não cuidar das áreas florestais durante o ano.
    Mas o culpado é o Governo, seja ele qual for.
    Defendo há muitos anos a intervenção das autarquias neste domínio.
    O direito de propriedade não pode ser encarado como um direito mais que absoluto.
    Se os proprietários não cuidam da floresta Dê-se meios, técnicos e legais, às autarquias para o fazerem.
    Doa a quem doer.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Absolutamente de acordo, Pedro. Há ainda uma outra alternativa, sobre a qual escrevi em 2003 e que vou aqui republicar hoje ou amanhã

      Eliminar
    2. Estou consigo, PEDRO!

      O CULPADO É O GOVERNO SEJA ELE QUAL FOR.

      POR FAVOR, SEM IDEOLOGIAS, DOA A QUEM DOER.



      Eliminar
  6. Pedro, há legislação nesse sentido, isto é, sobre a intervenção das camaras municipais e a responsabilização dos donos dos terrenos.
    Na minha zona, paradigmática na prevenção de incêndios, as coisas funcionam.
    Mas não é, nunca, à imagem da situação idiota das Infraestruturas de Portugal estarem sedeadas em Almada e virem a lume informar sobre o incêndio no Túnel do Marão.
    É por isso que sou favorável à regionalização. Tratamos melhor do que nos está próximo.

    ResponderEliminar
  7. Pedro, há legislação nesse sentido, isto é, sobre a intervenção das camaras municipais e a responsabilização dos donos dos terrenos.
    Na minha zona, paradigmática na prevenção de incêndios, as coisas funcionam.
    Mas não é, nunca, à imagem da situação idiota das Infraestruturas de Portugal estarem sedeadas em Almada e virem a lume informar sobre o incêndio no Túnel do Marão.
    É por isso que sou favorável à regionalização. Tratamos melhor do que nos está próximo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Um ponto de vista muito bem observado. "Tratamos melhor do que nos está próximo."

      Eliminar
    2. Ou por outras palavras, Catarina: Pensar globalmente, agir localmente

      Eliminar