terça-feira, 11 de abril de 2017

Mãe há só uma? Que pena!


Os distúrbios de estudantes portugueses em Espanha já são tão banais, que eu  nem pensava escrever uma frase sobre o assunto. 
Esta manhã, porém, soube através de uma estudante que lá esteve que muitos daqueles estudantes passaram a semana inteira bêbados, apesar de o hotel ter cortado o bar  aberto ao segundo dia.
A primeira pergunta que fiz foi:
- Mas  qual é o hotel que aceita receber 1000 estudantes, finalistas do ensino secundário, prometendo bar aberto?
Só encontro duas hipóteses. Ou o hotel agiu com reserva mental e nunca pensou satisfazer essa exigência, ou o operador turístico engrominou os estudantes garantindo uma regalia que não tinha acordado com o hotel. A primeira hipótese parece-me a mais provável. Ao fim de tantos anos, os hoteleiros espanhóis aprenderam a ganhar dinheiro com os jovens tugas.
Mas nada disto tem importância, depois de ver as declarações à TVI desta Mãe  de um aluno, para justificar os excessos:
 Tenho pena de mães que falam assim mas tenho ainda mais dos filhos, porque não podem trocar de Mãe.

6 comentários:

  1. Ora ainda bem que alguém além de mim se escandaliza com a frase da mãe que até é uma vice qualquer coisa na confederação dos pais. É que achei a frase um desconchavo. A questão é que mães assim dão filhos que acham todos os estragos normais. Hoje ouvi uma garota dizer que "só partiram uma parede". Do que ouvi, só riscaram e escreveram nas paredes, só entornaram bebida sobre os móveis, só partiram alguma mobília, só...
    Esta gente faz-me sentir vergonha. Os portugueses não são todos iguais mas vão parecer.

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  2. Uns selvagens, Carlos, mas a culpa não é deles. Foi de quem os "educou". Abraço.

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  3. Há já alguns anos o Paulo Portas falava na falta de pais.
    Quando o Herman lhe perguntou como é que a mãe conseguia manter a ordem com ele e o irmão em pólos opostos politicamente, o Paulo Portas disse, e mãe confirmou, que ela é que tinha sempre a última (que até podia ser a única) palavra.
    Porque era a mãe.
    Mais que os selvagens que são os garotos culpo os pais.
    Essa mãe é um bom exemplo de quem devia levar dois tabefes bem assentes.

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  4. Houve uma entrevista que a mãe dos Portas deu e ela disse que o Miguel sempre cumpria a sua palavra e a com as ordens estabelecidas. Se lhe marcavam um horário ou fosse o que fosse ele cumpria sempre (nesta altura ainda ele era vivo, mas mais tarde reafirmou isto), já o Paulo era um barganheiro (termo que ela utilizou) E nunca cumpria o que lhe estabeleciam. Quando lhe perguntaram noutra altura (estava i filho no Governo) o que é que ela pensava de certas medidas, ela respondeu: "Eu sou mãe mas não sou cega". tenho pena de não poder contar aqui o que ela deixou o filho fazer, estando presidente e sendo conivente, quando ele vivia no Forte de S. Julião da Barra, que lhe estava atribuído como residência oficial, do ministro da defesa.

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    1. Conheci bem o Miguel. Com o Paulo estive poucas vezes, mas as suficientes para perceber porque eram tão diferentes. Miguel cresceu com o pai, o Paulo com a Mãe.
      Quanto à cena do Forte também a conheço, mas prefiro esquecer. Estamos em época Pascal...

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  5. Também pensei o mesmo do comentário da mãe...

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