quinta-feira, 2 de março de 2017

Mascarar propaganda política de jornalismo é canalhice

Há muito tempo que deixei de ver a SIC Notícias. O canal do militante nº1 é uma enxovia onde se deitam jornalistas  e militantes da agremiação laranja, com objectivos meramente políticos. De quando em vez, os jornalistas da SIC   gostam de fazer uns bacanais e convidam malta centrista para um menage à trois a que chamam informação/ debate/ comentário e o diabo que os carregue.
Soube, através de uma carta do dr Carlos Paz, que um  jornalista com pedigree de economista terá utilizado ontem o seu programa para abusar de milhões de portugueses.
Movido pela carta de Carlos Paz, decidi ver o programa.  Confesso que fui apanhado desprevenido. Aquela merda devia ter bolinha, pois é da mais reles pornografia. 
José Gomes Ferreira utilizou o seu programa  vomitório de ódios semanal para fazer um ataque feroz à CGD e servir os interesses dos partidos da oposição que pretendem privatizar o banco público. 
Vestir a capa de jornalista para fazer política é canalhice. Travestir de informação propaganda partidária, para  dizer às velhinhas que não devem confiar na CGD, aconselhá-las  a tirar o dinheiro do banco público e alertar as pessoas que não devem comprar quaisquer produtos relacionados com a recapitalização da Caixa, porque estão a ser enganadas, é terrorismo jornalístico. Devia ser considerado crime contra o Estado. 
José Gomes Ferreira não é jornalista. É um WC a precisar de limpeza sanitária há mais de 40 anos. É um trapaceiro que vende propaganda política mascarada de informação.


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