quarta-feira, 22 de março de 2017

Caderneta de cromos (58)




Ficamos tão indignados com um cabresto holandês que deve apreciar rapazinhos e gosta de  fumar coisas esquisitas, que até nos esquecemos deste cromo tuga.
Constâncio, o homem que à frente do BdP não viu nada de anormal no BPN, encolheu os ombros a avisos de organismos do Estado que o alertavam para a bomba prestes a rebentar no banco de Oliveira e Costa e  meses antes do estouro financeiro mundial de 2007 considerava o nível de endividamento dos portugueses perfeitamente aceitável, vem agora defender a aplicação de sanções contra Portugal.
É por causa de pulhas como Constâncio, que sempre desconfiei do Partido Socialista. Há por lá muitos infiltrados que apenas querem tratar da vidinha e utilizam o partido para se promoverem.
Percebi que Constâncio era um deles em 1985, mas nunca pensei que um dia viesse a justificar o epíteto de TRAIDOR.
Vai para a caderneta de cromos, mas entra pela porta dos fundos, reservada aos merdosos. 

EM TEMPO: Afinal Vitor Constâncio nada terá tido a ver com a proposta do BCE, pelo que apresento as minhas desculpas ao visado e aos leitores por este lapso veiculado pela comunicação social, com base num COMUNICADO enviado às redacções pela Casa Civil da PR. 
Alguém meteu o pé na argola no Palácio de Belém

4 comentários:

  1. Não entendo estas coisas que acontecem a quem faz um péssimo trabalho na banca portuguesa e como castigo vai para vice presidente do BCE. Não faz sentido.

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