quinta-feira, 30 de março de 2017

Abelha Maia 2.0



Já há muito sabemos que as abelhas são essenciais à vida e que o número de  colónias de abelhas está a diminuir de forma drástica, por causa do uso excessivo de pesticidas.
Só que nos dias de hoje a tecnologia teima em dar razão a Trump e esforça-se por provar que não nos devemos preocupar com as alterações climáticas, nem com os problemas ambientais, nem mesmo com a extinção de numerosas espécies. A tecnologia tudo resolve. Da indústria alimentar à robótica, a tecnologia substitui-se às leis da Natureza, recriando-a em laboratórios mais ou menos sofisticados.
Foi com este espírito que li a notícia da criação de abelhas de plástico electrónicas que, no prazo de dois anos, irão fazer o trabalho das abelhas com que nos habituamos a conviver ( tantas vezes mal).
As Abelhas Maia 2.0 são uns pequenos drones de plástico, do tamanho de uma mão, em forma de abelha, que substituem as abelhas na polinização e em plantações de grande dimensão.
Tanto quanto julgo saber, estas abelhas drone não produzem mel, mas suspeito que os ferrões das abelhas naturais, neste drones, sejam substituídos por outros ferrões. Quiçá indolores, mas muito mais devastadores do que os das abelhas tradicionais.

3 comentários:

  1. Perdão? Isto é para os apanhados?! É tão ridículo que nem consigo acreditar...

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  2. E o mel tem o mesmo sabor??
    Tenho sérias dúvidas.

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