segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Cuidado! Perigoso comunista à solta


Pelo menos desde 2012 se sabe que, para poder crescer, Portugal tem de reestruturar a dívida.
Essa hipótese começou por ser avançada por PCP e BE, mas não tardou muito até que Manuela Ferreira Leite e outras personalidades ligadas ao PSD e ao PS defendessem o mesmo.
Os mafiosos pafiosos que andaram a destruir o país durante mais de quatro anos nem queriam ouvir falar de reestruturação da dívida.  Sentados nos seus postos ministeriais, em empresas públicas ou  nas bancadas parlamentares a viver à conta do contribuinte, a  matilha que assaltou o poder acenando com um programa que nunca cumpriu, insistiu sempre na necessidade de infligir uma punição aos portugueses, obrigando-os a pagar a dívida até ao último cêntimo, de acordo com as regras impostas pela troika. Nem que para tal fosse necessário exigir aos trabalhadores trabalho à borla para  o resto da vida e aos pensionistas que abdicassem da totalidade das suas pensões até à morte.
Para aquele grupo de canalhas, quem falasse em reestruturação da dívida ou era comunista, ou vivia noutro planeta. 
A geringonça devolveu a trabalhadores e pensionistas o que o governo dos abjectos pafiosos lhes tinha roubado. Diminuiu a dívida e baixou o défice para níveis históricos, demonstrando que havia alternativa à austeridade cega e vingativa perpetrada por um governo maioritariamente constituído por retornados ressabiados, cujo  programa se resumia a uma única palavra:VINGANÇA
Se outros méritos não tivesse, a geringonça conseguiu o inimaginável: infiltrar um comunista  na CIP e, através de manobras eleitorais, fazê-lo eleger presidente.
Só assim se explica que António Saraiva tenha defendido,este fim de semana, a reestruturação da dívida portuguesa," para aliviar Portugal desta pesada mochila"
Temos de ter muito cuidado, porque os comunistas estão em toda a parte!

2 comentários:

  1. Ah!Ah!Ah! Se o patronato não se põe a pau, por este andar, onde é que isto vai parar!...

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  2. Já defendo essa ideia há muito tempo.
    Continuo com a mesma dúvida metódica - os credores vão nisso?
    É que, sem concordância dos credores, nada feito.

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