segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Memórias em vinil (36)




A banda sonora original de "Un homme et une femme"  teve  sucesso idêntico ao filme realizado por Claude Lelouch. Protagonizado por Anouk Aimée e Jean Louis Trintignant  venceu o Óscar para melhor filme estrangeiro em 1966. 
Os mais jovens talvez o achem piegas, mas continuo a considerá-lo um filme intemporal. 
Quanto ao tema, tive de recorrer à Wikipédia, pois já não me recordava quem o tinha composto. Foi o francês Francis Lai, responsável pelas bandas sonoras de alguns bons filmes franceses da década de 60, como "Viver para Viver" ou " O Passageiro da Chuva". 
Curiosamente, seria Love Story a justificar a atribuição de um Óscar da Academia, em 1970, a Francis Lai.
Trago este tema aqui esta noite, como forma de homenagear a história de amor entre Mário Soares e Maria Barroso.
Boa noite!

4 comentários:

  1. Bonita homenagem, Carlos.

    Combien de joies
    Bien des drames
    Et voilà !
    C'est une longue histoire
    Un homme
    Une femme
    Ont forgé la trame du hasard.

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  2. Gostei do filme quando o vi. E todos vimos há menos tempo este actor brilhar em Amour. Não associava esta música tão conhecida ao filme

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  3. Bonita homenagem. Foi um amor de 70 anos, que até se legalizou numa prisão.
    Quanto ao filme é bem lindo. se a música é de Francis lai a letra da canção é de Pierre Barouh, que era marido de Anouk Aimee na vida real. O que eu sofri por causa dessa ligação, misturada com ficção. Ele até cantava em português brasileiro. este vi-o no S. Jorge. No inicio dava um comentário sobre crianças a esquiarem, que foi das coisas mais lindas que já vi. Era da autoria do "National Film Board of Canada", que tinha documentários fabulosos.
    naquelas décadas França era pioneira no cinema.Depois foi suplantada pelas distribuidoras. Tinha artistas extraordinários. Trintignant e a mulher erma mestres. E quem não viu "Uma lição Particular em que uma bicicleta chegava primeiro quem Lamborghini amarelo, que fez furor quando apareceu naquela altura em 1968. desculpem mas eu quando começo a falar de cinema, perco-me. E o meu amigo destas tertúlias morreu o ano passado, sem chegar a saber do mal que sofria, mas com muito padecer, entrou e nem chegou a sair do hospital de cascais...

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