quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Memórias em vinil (24)


Hoje é a vez de Mariah Carey vos cantar as Boas Festas.
Boa noite!

Se não considerarem a pergunta ofensiva...

A situação é extremamente grave e não há que branqueá-la ou fazer como a avestruz, mas gostaria muito de saber quantos destes pais indignados deixam os filhos dormir noites seguidas ao relento à porta do Meo Arena, por causa de um concerto, sem que isso lhes provoque quaisquer receios.
Podia fazer mais 50 perguntas similares, mas não vale a pena, porque não quero maçar ninguém com perguntas incómodas.
Era só isto, obrigado.

Das inutilidades

O Tribunal de Contas veio confirmar que o anterior governo era um grupo de gente de más contas e avessa ao cumprimento das leis.
Já sabíamos, pelos exemplos dados por Passos Coelho,  que o governo anterior agia à sua imagem e semelhança. Por isso, fartou-se de cometer irregularidades nas contas  e fez ouvidos de mercador às advertências do Tribunal de Contas. Está no genes daquela gentalha agir contrariamente àquilo que proclama.
Governos anteriores, embora cometendo menos irregularidades, também se marimbaram para os avisos do Tribunal de Contas e nada me garante que este governo não faça o mesmo.
Assim sendo, se o Tribunal de Contas só existe para mostrar aos portugueses que os governos  podem ignorar as regras e praticar ilegalidades à vontade porque nada lhes acontece, talvez seja altura de ponderar se vale  a pena manter uma estrutura que só serve de polícia, mas não tem meios para deter e punir os criminosos.

Caramelos Vaquinha (15)

A frase:
" Desde que os políticos se meteram na estatística, cada número tem de ser escalpelizado."

O problema desta frase é estar incompleta. Só por essa razão a sua autora merece entrar para a colecção das Vaquinhas.
Tivesse Helena Garrido acrescentado " Desde que os jornalistas de economia se meteram na política, a leitura de cada número depende das suas opções ideológicas e partidárias"  e eu assinaria por baixo.