quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Cá se fazem, cá se pagam...



Neste país prenderam-se 29 banqueiros, foram demitidos dois primeiros ministros e um levado a tribunal. 
Neste país, as pessoa não esperam pela justiça divina e seguem o lema " cá se fazem, cá se pagam".
Às tantas isto só é possível porque nesse país não há  jornalistas vendidos a enganar a opinião pública em troca de uma informaçõezitas e de convites para almoços e viagens.Nem juizes que gostam de ser vedetas. Nem televisões que convidam para comentadores, políticos e gentalha ignara afecta aos interesses de uma fação, incapaz de ver o mundo pelos olhos dos outros.
Se a democracia funcionasse assim na UE, o Schaueble já não era ministro. Estava em casa a masturbar-se diante de fotografias de ministros/as europeus que baixavam as calças quando se reuniam com ele. A Alemanha seria um país menos arrogante e perigoso e a Europa não teria deixado de ser um exemplo para o Mundo.
(Sigam todos os links do artigo  para que remete este post e descubram um país decente).

Belzebu, porque te intrometes tu?



O DeutscheBank está em risco de se afundar, provocando um cataclismo financeiro em toda a Europa e o governo alemão pode ser obrigado a meter lá dinheiro dos contribuintes para atenuar as perdas mas, para o Rodinhas, o grande problema da Europa  é Portugal.
Com uma lata do caraças, este nazi badalhoco ( desculpem o pleonasmo) vem dizer que Portugal ia no bom caminho até este governo entrar em funções.
Eu não sei se este vómito ideológico do Rodinhas se deve às saudades  dos encontros com Gaspar e Marilú,  que sistematicamente acabavam com um baixar de cueca.Sei é que estou farto de ouvir este calhordas arrotar opiniões sobre Portugal, pelo que lhe recomendo que se meta na sua cadeira e vá cagar sentenças na Bunde alemã. Pode ser que tenha um furo no caminho e vá cagar sentenças p'ró reino de Belzebu!


Those were the days (35)

 A publicidade ao tabaco deu-me uma grande lição: 
A publicidade é uma coisa boa, mas é melhor  não acreditar demalasiado nela


Há pouco mais de 60 anos, era eu uma criança, via bebés a fazer publicidade ao tabaco. Natural, portanto, que considerasse o cigarro uma coisa boa...


Já adolescente, este tipo de anúncios fez-me
 acreditar  que  fumar era chic, sexy e "de Homem".
Foi então que comecei a fumar


Pouco depois dos 40 começaram a dizer-me que afinal fumar não era chic. Era choque e matava. Mas de que valiam agora os avisos? Era tarde demais e continuei a fumar...



Já entrado nos 60, comecei a ver imagens destas nos maços de tabaco, mas nessa altura já eu fumava apenas cigarrilhas e não liguei. Continuei a fumar.
Faz hoje um ano, minutos antes de entrar para o hospital, pedi um cigarro. Foi o último. 
Não fiz esforço para deixar de fumar.  Nem deixei de fumar por causa da saúde. Apenas aconteceu. E digo ainda bem.