segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Caramelos Vaquinha (13)



Vasco Pulido Valente regressou às crónicas, após uma longa pausa estival. De há muito que deixei de me preocupar com o senhor do canto do Gambrinus. Ou com a quantidade de whiskey que ele emborca antes de começar a escrever.Desde que  Pulido Valente deixou de ter piada e passou a ser bota-abaixista  , ignorei-o.
Gente que  apregoa ser livre, porque  ganha a vida a dizer mal de toda a gente, interessa-me pouco. E não me interessa nada mesmo, quando nada fez de positivo na vida.
Pois, como escrevia, VPV voltou às crónicas. E marcou o seu regresso com uma violenta crónica contra Guterres, apontando-lhe apenas defeitos, sem que lhe encontrasse uma virtude.
Nada que me espante, pois é apenas a confirmação de que Pulido Valente escreve por despeito, mas também  com muita frustração, por nunca ter passado de um historiador mediano que escreve umas graçolas e em nada ter contribuído para melhorar o país.
Pulido Valente é como uma alcoviteira  bêbada, que passa os dias na taberna para se penitenciar pelo mal que fez na véspera. Não é Pulido, nem Valente e o seu nome próprio devia ser Vómito e não Vasco.

Bruxas ( ou quando o jornalismo passa a adivinhação)

No dia 16 de Outubro de 2015, uma bruxa com carteira de jornalista e perspicácia política ao nível dos irmãos metralha, escrevia isto:

Passou um ano, a geringonça está sólida, mas há cada vez há mais pasquins que se intitulam jornais a pagar a profetas da desgraça. PQP!

Olha que duas!



No intervalo do tacho que arranjou à pala de ter sido ministra, Maria Luís Albuquerque veio a público dizer que o OE para 2017 era socialmente injusto. Conseguiu dizer isto sem se rir e, logo de seguida, foi a um restaurante comer o seu prato preferido que, como a própria fez questão de divulgar, é Bife na Pedra- 
Mas alguém dá alguma importância às opiniões de quem elege o Bife na Pedra  seu prato preferido?
No mesmo dia Assunção Cristas foi até aqui  e acusou o governo de ter lançado a caça aos impostos. Sendo a falta de memória comum a toda a ganapada que fez parte do anterior governo, esta declaração de Cristas não espanta. Extraordinário é que ela tenha apontado como exemplo da falta de vergonha o imposto sobre as balas. Ainda se fosse sobre o pão, vá lá... agora sobre as balas é um desaforo!

(Tudo bons) Rapazes de Táxis



Na última semana fui acusado de falta de sensibilidade para os problemas destes profissionais. Fui informar-me melhor ( mas não caí na esparrela de apanhar um taxi à noite, porque 9 em cada 10 vezes apanho um taxista bêbado ou com um ar de rufia que mete medo ao susto) e, reconheço depois de ver este filme, que fui injusto. Agora até estou comovido!

"João e Jaime são dois condutores de táxi de espírito bem disposto. Os dois taxistas apaixonam-se por várias mulheres. Entretanto a empresa onde trabalham é gerida pela viúva Alexandrina. O filho desta, Raul, rouba o cofre da empresa para pagar uma dívida de jogo. Quando se descobre a falta do dinheiro Raul faz com que as culpas recaiam sobre João. Jaime faz tudo para defender a honra do amigo, obrigando a que Raul se denuncie".
( Sinopse do filme Rapazes de Taxis,  no portal da RTP)
A história é comovente e ninguém pode perder este filme.
Entretanto,como forma de expiação pelas críticas que fiz aos videos da semana passada que mostravam arruaceiros na Rotunda do Relógio ( que alguns confundiram com taxistas em protesto contra a Uber) deixo-vos com esta  canção de homenagem aos taxistas
Em tempo: este post foi escrito a pensar na marcha para Belém, que os taxistas tinham anunciado para hoje. Eles desistiram, mas eu não.
Tenham uma boa semana.