quinta-feira, 10 de março de 2016

O que se passa com as mulheres?

O cúmulo dos cúmulos



Já não é aquela estória do " é o cú...mulo!" .
O cúmulo dos cúmulos é uma anónima professora universitária sem qualquer experiência laboral em empresas do sector financeiro, promovida a ministra por um ex-aluno, querer impingir ao país que foi convidada para exercer um cargo numa empresa a quem concedeu benefícios fiscais enquanto ministra, pela sua capacidade técnica.
Nessa, já nem um miúdo de 10 anos acredita, filha!

Miguel Sousa Tavares meteu a pata na poça?



Miguel Sousa Tavares teve, desde  sempre, uma certa tendência para comprar guerras e se armar em defensor de causas que considera justas, o que o leva a falar de cátedra, como se a sua palavra fosse lei.
Escrevo isto com alguma amargura, porque sempre  tive por ele um grande apreço enquanto jornalista e também o admiro como escritor.
O problema é que desde que se tornou comentador, MST descarrilou e passou a fazer afirmações sem quaisquer fundamentos, que apresenta aos leitores como verdades irrefutáveis.
MST, na sua qualidade de comentador, não se pode dar ao luxo de escrever disparates e por em causa a dignidade de pessoas, porque alguém lhe soprou ao ouvido. Como ele próprio gosta de dizer, ainda se sente jornalista, por isso deve aplicar os critérios do jornalismo naquilo que escreve e é lido por milhares de pessoas.
Na última crónica do "Expresso" MST lança um ataque feroz à secretária de estado para a Igualdade, Catarina Marcelino, a propósito  dos brinquedos da Mc Donalds. Penso que a crítica é justificada. Catarina Marcelino foi sectária, arrogante, ditatorial e patética. Tal como o Miguel, também não compreendo a razão de estes cargos de " Igualdade" serem sempre ocupados por mulheres. Até porque- diz-me a experiência- as mulheres que ocupam esses cargos revelam-se, normalmente, de um sectarismo doentio no que concerne ao género. Em organismos da administração pública, dirigidos por mulheres ( refiro-me a pequenas direcções gerais) homem não entra para lugares de chefia e, em alguns casos, é mesmo ostracizado e colocado numa prateleira, se tiver a ousadia de ter opinião própria e não aceitar de forma submissa e acrítica qualquer decisão da chefia, por mais idiota que seja.
(Sei do que falo, mas agora não é altura de dar aqui exemplos práticos que confirmem a minha afirmação).
Qual é então a razão da minha crítica à crónica de MST? - perguntarão.
É que o jornalista, mesmo que investido na pele de comentador, não pode apoucar as pessoas fazendo acusações cuja veracidade deixa muitas dúvidas.
Diz MST que a secretária de estado ( a que sempre chama Carolina Marcelino) era uma ilustre desconhecida, antes de ser nomeada por António Costa, deixando pairar nos leitores a ideia de que não terá qualquer experiência no sector.
Ora isso é mentira. Bastava MST ter-se dado ao trabalho de ver a biografia de Catarina Marcelino, para perceber que ela tem bastante experiência.
Sou por isso levado a pensar que a troca do nome Catarina, por Carolina, que terá levado MST a denegrir a secretária de estado, afirmando que a única razão por que ela era conhecida, se devia ao facto de ter escrito isto no FB:


" Não tenho por hábito fazer sensura, mas não tulero insultos... e com grande probabilidade bloquiarei no meu facebook o autor/a"

MST tem todo o direito ( e quanto a mim razão) de criticar a secretária de estado pelo sectarismo, arrogância e prepotência revelados pela atitude em relação aos brinquedos nas Happy meals da Mac Donalds. Não pode é armar-se em vítima das redes sociais, nem acusar quem o critica "injustamente" e depois escrever artigos a desancar numa pessoa, apoucando-a com exemplos pouco abonatórios que, muito provavelmente, não são da sua (dela) responsabilidade e que não fundamenta como devia. Em que data foi isso, Miguel?
É que fui ao FB de Catarina Marcelino e, muitas pesquisas depois, não encontrei tal post, que MST diz estar lá. Muito provavelmente, estará na página de FB de uma das muitas Carolinas Marcelino de que MST fala insistentemente na sua crónica do "Expresso"

Para que MST não volte a enganar-se, aqui fica a fotografia da secretária de estado Catarina Marcelino