segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Memórias em Vinil (1)


Inicio esta rubrica com este 45 rpm de Cliff Richard, cantado em espanhol. Escolhi-o, porque está autografado (é um dos raros discos que tenho autografados) pelo próprio e me recordo bem da noite de Julho de 1963 em que ele me concedeu esse autógrafo.
O disco foi editado em 1962, ainda Cliff Richard  tocava com os Shadows. Neste 45, onde também participa a Orquestra de Norrie Paramor, Cliff interpreta  quatro temas: "Solamente una vez", 
"Vaya Com Dios" "Te quiero dijiste" e " Tus besos".
Escolhi o tema "Solamente Una Vez" para esta noite.

Muitos famosos cantores da época, como Nat King Cole ou Roberto Carlos cantaram e gravaram este tema.
A versão original, porém, é de 1942. Composta por Agustin Lara, era cantada por Ana Maria Gonzalez e José Mujica ( que trocaria a música por um mosteiro franciscano).
Aqui fica a versão original, para verem as diferenças.




10 comentários:

  1. Não poderia ter feito melhor escolha para iniciar esta rubrica, Carlos!
    Adoro este tema e não conhecia o original.
    A versão de Cliff Richard é mais ritmada e foi a minha favorita.
    Obrigada! Tenha uma boa noite, Carlos.

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    1. Também prefiro a versão do Cliff, Janita. Obrigado pelas suas palavras.

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    1. Já imaginava, Pedro, mas creio que lá mais para diante, quando entrar nos álbuns, aparecerão aqui alguns temas de que vai gostar.

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  3. Nada tira o encanto da versão original. conheço melhor a versão de Lucho Gatica e Nat King Cole. e ainda hoje canto:

    "Solamente una vez
    Ame en la vida
    Solamente una vez
    Y nada mas


    Una vez nada mas en mi huerto
    Brillo la esperanza
    La esperanza que alumbra el camino
    De mi soledad...."

    Gosto do tempo em que só quem tinha voz é que cantava, assim como quem tinha unhas é que tocava viola. hoje bastam os sintetizadores e pouco mais...

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    1. A versão do Nat King Cole é boa, mas quanto à original, apesar do encanto que refere, está muito prejudicada em termos se sonoplastia

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  4. Muitíssimo boa ideia, Carlos, as memórias em vinil.
    Por aqui (Almada), um carola apaixonado pelo vinil, organizou um evento com o nome de 'a magia do vinil'.
    Algumas audições ao vivo, algumas exposições e, até, uma grande reportagem da RTP.


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    1. deve ter sido um evento giro, António. Começa a aparecer bastante gente interessada em recuperar o vinil. O problema é que é um hobby caro...

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  5. Gosto de ambas as versões porque sempre gostei IMENSO do tema... Bom gosto, Carlos!

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