segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Caramelos Vaquinha (13)



Vasco Pulido Valente regressou às crónicas, após uma longa pausa estival. De há muito que deixei de me preocupar com o senhor do canto do Gambrinus. Ou com a quantidade de whiskey que ele emborca antes de começar a escrever.Desde que  Pulido Valente deixou de ter piada e passou a ser bota-abaixista  , ignorei-o.
Gente que  apregoa ser livre, porque  ganha a vida a dizer mal de toda a gente, interessa-me pouco. E não me interessa nada mesmo, quando nada fez de positivo na vida.
Pois, como escrevia, VPV voltou às crónicas. E marcou o seu regresso com uma violenta crónica contra Guterres, apontando-lhe apenas defeitos, sem que lhe encontrasse uma virtude.
Nada que me espante, pois é apenas a confirmação de que Pulido Valente escreve por despeito, mas também  com muita frustração, por nunca ter passado de um historiador mediano que escreve umas graçolas e em nada ter contribuído para melhorar o país.
Pulido Valente é como uma alcoviteira  bêbada, que passa os dias na taberna para se penitenciar pelo mal que fez na véspera. Não é Pulido, nem Valente e o seu nome próprio devia ser Vómito e não Vasco.

3 comentários:

  1. Para além de não se chamar, efectivamente, Pulido Valente, mas sim Correia Guedes. Em suma, um aldrabão.

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  2. O gajo nem é Vasco, nem Pulido, nem Valente...

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  3. Um diletante, Carlos.
    Dá-lhe atenção quem estiver para aí virado.
    Este sim, chama-se lá ele o que chamar, o verdadeiro criador do termo geringonça para classificar esta solução governativa.

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