sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Eu cá não sou de intrigas mas...

...palpita-me que ontem, no final do Conselho de Estado, António Costa deu uma palavrinha a Marcelo Rebelo de Sousa, para lhe pedir que vete a Lei que permite ao Fisco vasculhar as contas acima de 50 mil euros.
Costa  já terá percebido que a medida, apesar de generosa nos objectivos, é demasiado perigosa para deixar ao livre arbítrio de funcionários do Fisco.

5 comentários:

  1. Essa é uma possibilidade. Outra, é a Catarina e o Jerónimo terem-se esquecido dos partidos políticos a que pertencem.

    Nota de interesses: não concordo com a decisão do governo e, por isso, apoio o veto presidencial.

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  2. AVISO

    Enquanto não consigo resolver o problema da regularização das datas da NOSSA TRAVESSA apresentadas nos vossos blogues, aviso que desde ontem há um novo artigo postado, de minha autoria e intituladoMudanças Obrigado.

    Henrique, o Leãozão

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  3. Desde que o malvado opus dei p. Macedo foi director geral das contribuições e impostos (nomeado por MFL com lei e com ordenado, especiais), que o Zé povinho, que paga impostos, (DIRECTOS, essencialmente) passou a estar nas mãos do fisco, porque lhe foi negado o ónus da prova. pAGA E DEPOIS REFILA, MAS COMO NÃO HÁ DINHEIRO NEM JUSTIÇA QUE FUNCIONE ESTAMOS tramados. Por isso de nada serve um saldo seja ele qual for. Estão burros ou fazem-se?! tanto mais que podem nem lá pôr o dinheiro. E para que serve? e quem é que vai, pode ou tem tempo e cadê os funcionários, para analisar a origem do saldo? Que eu saiba é muito diferente ter um saldinho de 50 mil €, feito de poupanças, do que ter um SALDO de 50 mil €, resultante de movimentos, por exemplo: de 10 MILHÕES menos 9 950 MIL €. Ou não será? Porra! um merceeiro com o lápis atrás da orelha sempre fez melhores contas.

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