sexta-feira, 15 de julho de 2016

Politicamente incorrecto



Eu sei que o que vou escrever não é muito popular. Critiquem-me se quiserem, mas não me chamem xenófobo ou racista, porque isso não admito.
Eu só queria fazer uma pergunta:
- Quando é que nós, europeus, vamos perceber que os atentados são perpetrados por pessoas aparentemente bem integradas na sociedade francesa, que detestam o modo de vida europeu? Quantas vezes mais será preciso o DAESH dizer que Paris é a capital do pecado e da devassidão, para percebermos que o combate deles  é contra o nosso modo de vida?
Pronto, está dito...
Só mais uma coisinha:
Eu sei que "Nice foi um caso isolado".  Como foi o Bataclan. Ou o Charlie Hebdo. Mas três casos isolados em França no espaço de 15 meses, mais os casos isolados ocorridos na Turquia que provocaram, no total, várias centenas de mortos já começam a fazer-me lembrar uma multidão de lobos solitários actuando na Europa.

7 comentários:

  1. Qual será a solução? Eu tenho algumas sugestões que são, rigorosamente, politicamente incorretas... e sempre fui (desde que comecei a viver no Canadá) a favor do multiculturalismo. Hoje não tenho a certeza de nada...

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    1. Estou totalmente de acordo consigo, Catarina. Como sabe, uma das razões que justificam o meu grande apreço pelo Canadá é esse multiculturalismo genuíno, que sempre constatei quando aí estive. Mas, tal como a Catarina, hoje já não tenho a certeza de nada.

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    2. Também eu não tenho a certeza de nada.

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    3. Pelo menos pode ter esta certeza: Três foram nossos!

      http://pt.uefa.com/uefaeuro/news/newsid=2391176.html

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  2. CONCORDO, CARLOS B DE OLIVEIRA.

    Continuação de ótimas férias.

    Beijo, amigo.
    ~~~~~~~~~~~~~~

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  3. A ver o que se passa na Turquia, cujo presidente a quer transformar num estado islâmico. E desde que vi a torre payet também fiquei racista. Terá os pieds noirs ou blancs?

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    1. Um comunicado dos militares diz que eles assumiram totalmente o poder para restaurar a democracia e esperam manter as boas relações com todos os países.

      Não acredito num "Julho na Turquia", mas tudo pode acontecer para bem do povo turco.

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