domingo, 3 de julho de 2016

Humor "à" Pingo Doce

Dedico este post especialmente aos clientes do Pingo Doce. Esta banda desenhada, ou lá que raio de droga é isto,  foi publicada na Revista XXI, da Fundação Manuel dos Santos.
Dizem-me que é uma sátira, mas não deixa de ser de muito mau gosto numa revista que, garantem os críticos, até não é má.
Já há muito que deixei de dar dinheiro a Manuel dos Santos ou Belmiro de Azevedo. Prefiro ser roubado no comércio tradicional, a alimentar merceeiros de  mau porte que, além de ganharem dinheiro à custa da caridade dos outros, ainda têm o topete de publicar merdas destas,  com o dinheiro que não pagam aos produtores e a ingenuidade de milhões de consumidores.  

8 comentários:

  1. Vou ampliar a imagem para poder ler o que diz o cartoon, e depois já lhe direi algo, se algo houver para dizer.
    Ficou consumido com isto? Já venho!!

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  2. Fiquei sem perceber nem saber como classificar esta 'pobreza'. De modo que não digo nada.
    Continue, tranquilamente, a gozar as suas férias, Carlos.

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  3. É caso para dizer que pena já não funcionar o lápis azul. Nem humor negro consegue ser. O Garoupa que veio dos states para substituir o barrete, vai voltar para as suas aulas. Gosto de o ouvir falar. Espero que não tenha nada a ver com isto. Como eu detesto os sabujos santos, azevedo e companhia e a maneira como eles enriqueceram, explorando quem trabalha e quem não sabe aquilo que come. É uma rede nojenta!

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  4. A sério?!?!?!?!?!?

    Isto é muito, muito mau! é que nem como sátira presta...

    (se bem que hoje vivemos uma ditadura tecnocrata neo-liberal, mas caramba...)

    :)

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  5. A sátira é feita para criticar e denunciar os costumes, num tom jocoso, que tenha piada. Isto não tem piada nenhuma...

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  6. Nem sei o que hei-de chamar a esta ... porcaria!

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  7. Uma sátira? Uma grande porcaria, digo eu, para não dizer outra coisa.

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  8. Felizmente para si que pode escolher onde compra. Nem toda a gente se pode dar a esse luxo e liberdade. Quanto à revista, eu e mais uns milhares, nunca a lemos ou leremos. Não sei se sou eu que tenho preconceito contra as fundações, se elas contra mim; não ligamos.

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