sexta-feira, 15 de julho de 2016

Fazer pior e mais barato

Pagar 10 mil euros por mês a um barbeiro talvez seja um bocado escandaloso, mas a verdade é que  manter o Hollande despenteado deve dar uma trabalheira do caraças!
Mais escandaloso é pagar 24 mil por mês de reforma a um tipo que dedica todo o seu tempo à engorda e cujo curriculum profissional se reduz a três alíneas:
especialista em servir cafés;
esmerada técnica de abanar a cabeça a quem lhe dá ordens;
capacidade comprovada para destruir o prestígio das instituições por onde passa.
Como característica pessoal, tem uma visão apuradíssima que lhe permite ver armas de destruição maciça e outros objectos não identificados, de acordo com a vontade do cliente. 

Eu não sei quanto é que a Goldman Sachs lhe vai pagar mas, se é para fazer merda em tudo o que toca, eu faço pior e mais barato!

6 comentários:

  1. ...E a oposição de Holland, Carlos?

    http://www.dn.pt/mundo/interior/hollande-arrasa-barroso-5284476.html

    Isto é que vai uma crise...pra gente!!

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  2. E quando Trump for eleito presidente?! O que vai acontecer?

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  3. Não se rebaixe tanto, Carlos. De facto ele parece um porco de engorda, um monte de banha nojento. Não falo mais deste abutre. Se antes tinha vergonha de dizer que era portuguesa, porque quando nos deslocava-mos ao estrangeiro, nas lojas andavam sempre a perseguir-nos porque tínhamos fama de ladrões, depois destes exemplares então é que já não abro a boca.

    Ainda não falou sobre o assunto mas eu parecia que já estava a adivinhar, quando faz um comentário sem saber o que se estava a passar. Hoje a Cuf de Belém esteve à espera que eu saísse para fechar as portas. Consegui uma consulta para uma professor, que só tinha vagas para Dezembro. Vou fazer mais uma experiência e já está marcada outra para Setembro, quando ele voltar de férias.

    Que se pode esperar dum ser que usa a população como escudo humano? Estamos bem entregues! para já não falar dos que lá chegam e estão encaixotados em jaulas à custa de muito dinheiro que pagam as esse presidente nojento.

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  4. Esqueci-me dizer, mas é importante que as pessoas saibam, que fui atendida fora da lista, portanto fui a última e que por azar o senhor veio quase duas horas atrasado, porque teve uma operação de urgência. A sua assistente foi informando o pessoal da sala e o último aviso foi de que ele já vinha a caminho, portanto era só esperar mais cerca de 20 minutos. porque o professor já vinha a caminho. Eu não me queixei, até disse que tinha um colchão insuflável dentro do carro. Tudo isto para dizer que depois, mesmo com o escrito do médico, não me queriam marcar a nova consulta, porque estava de facto a lista preenchida. E imaginem lá que a lista é de 33 (trinta e três pessoas), com um tempo para cada um de 10 minutos. O que daria; 33x10=330minutos, ou seja 5 horas e 30 minutos. Só posso acrescentar que ele chegou depois do telejornal, porque voltei a ver tudo sobre Nice que já tinha visto ontem (pode não acreditar, mas um dos postais que eu tinha já digitalizado era de Nice, não consegui enviar, por sobrecarga e bytes, porque eu reforcei nos dpi e porque achei muito vulgares), e antes das 22 h já tinha tudo despachado. Qualquer dia começo a exigir que me paguem as minhas horas de espera ao valor que elas têm. Isto é o que se chama ser pobre e mal-agradecida. Mas eu sempre fui assim. Estava lá um senhor tão aflito, que devia ter Parkinson que eu quase me ofereci para o abanar com o meu leque. Só que não quis dar nas vistas, porque o resto estava tudo muito feliz, porque no programa da tarde estava uma senhora a submeter-se ao teste do polígrafo, para demonstrar à patroa que não lhe tinha roubado o anel de ouro. Eu, entretanto, ia fazendo sudokus, dos diabólicos, que levo sempre imprimidos para requererem a minha atenção. Pelo caminho encontrei uma Marginal cheia de calorentos, a passearem, que não andavam nem deixavam andar. E como não percebem nada como funcionam os avisos de velocidade, só travam em cima do vermelho. Para azar meu, vinha um sacana distraído atrás de mim e eu que tive de travar por causa dos outros, para não levar com este em cima que não ia conseguir travar cheguei-me á frente e fiquei parada depois do sinal vermelho. Será uma contra-ordenação muito grave e deve ter sido o Carlos que me rogou alguma praga por eu lhe ter chamado a atenção de conduzir enquanto escreve. E é esta a história não da minha ida à guerra, mas a uma consulta. Haja Deus! Bom fim-de-semana.

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