quinta-feira, 14 de julho de 2016

Contra os consensos marchar, marchar

Já aqui me manifestei diversas vezes contra os consensos. Embora os considere úteis em matéria de política externa, a nível interno apenas servem para legitimar as críticas dos que dizem que os partidos são todos iguais.
O requerimento do PCP para ouvir Durão a propósito da cimeira das Lajes, que abriu a porta à guerra do Iraque, é um bom exemplo para sustentar a minha posição. É que graças aos consensos  entre o Centrão e o apêndice CDS, os ex-governantes não são obrigados a ir à Assembleia da República prestar contas das besteiras que fizeram.
São estes acordos tácitos que permitem a sebosos como Durão Barroso e badalhocas como Marilú, olhar para os cargos políticos como uma oportunidade de promoção pessoal e não como serviço público.

6 comentários:

  1. A Maria Luís é uma política sem escrúpulos.

    Badalhoca, não. Ou o Carlos usou "badalhoca" como metáfora?

    Pobre Durão, que em Lajes só serviu café, que é a única coisa que executa bem.

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    1. Claro que é uma metáfora, Teresa. A Marilu até é muito limpinha. Toma banho todos os dias e tudo!

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    2. Fico satisfeita em saber isso, Carlos, ao menos que os vossos políticos tenham uma alma suja, num corpo limpo.

      Aqui é a mesma coisa.

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    3. Os nazis até se desinfectavam, quando tiravam os dentes de ouro ao mortos ou lhes rapavam o cabelo para venderem por bom preço...

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  2. Ouvir Durão sobre uma coisa que aconteceu em 2003 (Março).
    Já agora, chame-se Cavaco para saber por que motivo condecorou Barroso com o Grande Colar da Ordem do Infante D. Henrique.

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