terça-feira, 8 de março de 2016

Para começar bem o DIA DA MULHER

Sugiro a todas as mulheres, amantíssimas  esposas e  dedicadas donas de casa que revisitem este Guia da Boa Esposa,  muito bem ilustrado, que dá conselhos preciosíssimos para as mulheres serem amadas e respeitadas pelos maridos.
Tenham um excelente Dia Internacional da Mulher, seja lá o que isso for.



4 comentários:

  1. Não sou esposa amantíssima nem dedicada dona-de-casa, mas fui visitar o Guia e não dei o tempo por mal empregue, Carlos!

    No final, há um link que me levou a conhecer várias cientistas que não são fadas-do-lar e sim mulheres que se dedicam à investigação científica nas mais diversas áreas. Fazem aquilo que gostam e sentem-se realizadas e felizes...
    Provavelmente, tal como eu, que nem sou uma mulher bem sucedida nem nada, não estão nem aí para esse tal Dia...seja lá isso o que for!!

    No entanto, ou apesar disso, não deixo de ser Mulher e é nessa qualidade que lhe agradeço a lembrança!! :)

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  2. ~~~
    ll; ))
    Um excelente dia para todos nós...
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

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  3. Mulheres de todo o mundo, não permiteis que vos 'reduzam' a um dia!
    Mesmo com isto no pensamento, saúdo todas as mulheres, aquelas que o são o ano inteiro, dia após dia.

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  4. Caro senhor
    no mundo em que vivi nenhuma dessas regras era aplicável. Nem a mulheres nem a homens. E no entanto elas (mulheres) eram - e ainda são - bem mais maltratadas pela vida que eles. Além duma vida madrasta e duma sociedade que nem as via, além do trabalho fora e dentro de portas, das maternidades seguidas, da gestão da fome e da miséria em grau maior, muitas ainda arcavam com os maus tratos caseiros - de maridos e pais. Se elas pudessem sequer ocupar-se nessas tarefas de manual irrisório, cheias de bolos e refeições, de aventais bordados e crianças nédias, julgo até que seriam mulheres felizes.

    Ia dizer que espero que tal casta feminina se tenha esfumado ( a que abre a porta sorridente e deixa o marido falar primeiro e mais não sei o quê que nem interessa). Mas tal não sucede. Há muito século a constranger a espécie. Basta observar o facto de haver um dia para a mulher, que é em si mesmo uma afronta, e é tomado como condição de festejo. Eu sou mulher. Ponto. Não têm que me festejar. Têm que me respeitar como igual. Mas digo-lhe, progredimos, sim, mas a igualdade é conversa.
    Somos cada vez mais os mesmos.


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