quarta-feira, 23 de março de 2016

Não vale a pena fazer como a avestruz...

Enquanto houver bairros de imigrantes que são autênticos bunkers onde a polícia não entra;
Enquanto houver  refugiados e imigrantes, sejam eles de primeira ou segunda geração, expulsos do mercado de trabalho e socialmente marginalizados;
Enquanto houver imigrantes e refugiados que se recusam a respeitar os valores europeus;
Enquanto acreditarmos que o aumento das desigualdade não gera violência;
Enquanto  for vedada a entrada dos europeus  em espaços como as mesquitas, onde à sombra da religião se  instruem os "crentes" no ódio aos que os acolheram;
Enquanto o medo comandar as nossas vidas e abdicarmos dos nossos valores para não ofender os refugiados e imigrantes
Não poderemos falar de multiculturalismo, nem de tolerância no espaço europeu.

6 comentários:

  1. Concordo em absoluto com esta sua crónica, Carlos, no entanto, não há guerra no Oriente Médio, nem alegada exclusão, nem suposta discriminação dos muçulmanos que possa ser justificativa para o terrorismo.

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  2. O Carlos já leu que o Miguel Tiago, do PCP, publicou no Facebook um comentário onde relacionava o terrorismo com problemas sociais e "políticas de direita". Acabou por eliminar o post e pedir "desculpa"?!

    Quando penso na Frauke Petry até concordo com o Tiago.

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  3. Caríssimo Carlos, se eu lhe vender uma pistola e você, com ela, me der um tiro, com que moral fico para reclamar da sua atitude?
    Ampliemos e adequemos este exemplo. É disso que se trata, em larguíssima escala.

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  4. Concordo. Mas enquanto isso dura, não sei se não se destrói a confiança das pessoas nas instituições e no esquema de vida em geral. As sociedades existem organizadas porque, entre outras coisas, facilitam a vida individual, protegem-na. Conferem segurança aos indivíduos. A crença na segurança é básica e só foi abalada nas guerras. O homem não está preparado para o aleatório vindo de outros homens. E não sei até que ponto pode permiti-lo.

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  5. Assim é, Carlos. Mas parece-me que é mais fácil dizê-lo que fazê-lo...

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