terça-feira, 8 de março de 2016

Fantasias de uma mulher casada

São mais frequentes do que muita gente pensa, os casos de mães que acusam os pais de abusos sexuais. A maioria dessas acusações são fruto da invenção das mulheres que estão dispostas a tudo para impedir que, após o divórcio, o pai possa continuar a conviver com o filho.
Nos anos 80, eu próprio testemunhei uma dessas acusações entre um casal de quem era padrinho de casamento. Foi um processo duro, em que tive de tomar partido por ele, pois estava seguro da sua inocência. Ela, de quem eu era amigo desde jovem, deixou de me falar depois de o tribunal ter declarado a inocência dele e a ter acusado de acusações falsas.
A família dela, nomeadamente pais e irmãos, que sempre visitava quando vinha a Portugal, passaram a evitar-me.
Hoje, com quase 30 anos, a filha vive nos EUA, tem sucesso na vida e continua a ser próxima de ambos os pais, mas não esconde a  amargura que sente por causa das acusações da mãe.
" Fui eu quem mais sofreu com isto tudo e não percebo como as relações entre casais se podem deteriorar a este ponto, mas os meus pais são tão diferentes um do outro, que mais difícil ainda é tentar perceber  como é que um dia pensaram que poderiam ser felizes."

8 comentários:

  1. Isso que nos conta não são "fantasias de uma mulher casada", Carlos!
    Eu chamar-lhe-ia ' aberrações de uma mãe desnaturada'...

    Só uma mulher completamente desequilibrada e sem um pingo de carácter, lança mão de uma estratégia torpe, como essa, pondo em risco a estabilidade psicológica e emocional da filha, para além de enlamear a dignidade do pai.
    Isso é de um egoísmo atroz!

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    1. Tem toda a razão, Janita, mas a verdade é que há cada vez mais mulheres a agirem assim, como deve ter percebido se seguiu o link.
      Quanto ao título, devo confessar que foi motivado por questões de marketing. :-)

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  2. recuso-me a comentar desvarios monstruosos, mesmo como mera hipótese.

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    1. Infelizmente não se trata de meras hipóteses mas sim de realidades. Mesmo que sejam monstruosas, como é o caso, elas existem e, nos últimos tempos, temos conhecido alguns.

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  3. Complicadas as relações humanas!! E que ninguém diga «eu não o faria...»

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    1. Pois é, Graça, tocou mesmo no ponto sensível... Eu também não acreditava que coisas destas fossem possíveis.

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  4. Onde é que assino a observação da Janita???

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    1. A seguir a mim, Pedro, que fui o primeiro a assinar :-)

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