quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Gangster ou chefe de seita?

Desde que foi assaltado pela seita de Pedro Passos Coelho, o PSD transformou-se num grupo de bandidos encartados, protegidos pelo voto democrático.
Adoptando como símbolo um PIN na lapela, com o qual pretendiam afirmar-se como grandes defensores de Portugal e dos portugueses, a seita de Massamá rapidamente mostrou ao que vinha: saquear o país e entregá-lo a amigos e interesses estrangeiros. Em nome da defesa dos interesses privados, vendeu-se a REN e a EDP ao estado chinês! Venderam-se ao desbarato empresas que davam lucro, como os CTT, nos transportes foi o regabofe total, com a concessão de empresas estratégicas em Lisboa e no Porto a serem entregues à pressa e de forma atamancada a amigalhaços. Fico-me por aqui... o rol de crimes contra o Estado perpetrados por este grupo de energúmenos é demasiado extenso e o propósito deste post é, antes de mais, demonstrar como esta canalha laranja mente quando diz defender os interesses de Portugal. Bastou terem perdido a maioria absoluta, para lhes estalar o verniz e, de defensores de Portugal, passarem a ser os seus coveiros.
Não merece a pena recordar aqui a histeria de Passos Coelho logo após a confirmação do chumbo do seu governo na AR. Foi demasiado patético ver PPC, apeado do poder despótico, reagir como um drogado desesperado a quem está a faltar a dose diária para se manter vivo mas, pior ainda, foi ouvir Paulo Rangel, depois de derreter as banhas nos corredores de Bruxelas, dirigir-se ao Parlamento Europeu alertando-os para a ameaça de um governo de esquerda. 
Ou ouvir numa conferência internacional aquele monte de esterco de Durão Barroso, outrora delinquente juvenil que destruía e roubava mobiliário na Faculdade de Direito, com a legitimidade revolucionária que lhe era conferida por ser militante destacado do MRPP, acusar o PS de se estar a aliar a partidos ainda piores do que o Syriza. 
É assim que estes bandidos defendem o país? Felizmente nem os mercados lhes dão ouvidos...
E que dizer daquele cadáver de Belém, com nome de gangster perigoso e temido pela polícia( quem não se lembra dos perigosos irmãos Cavaco?) que não perde uma oportunidade para defender a canalha que o protege e ainda se dá ao luxo de gozar com os portugueses, expondo o país à voracidade dos mercados?
 Em vez de defender os interesses do país, o terceiro Cavaco está a satisfazer o seu ego mesquinho. Após cada audiência a entidades esconsas e personalidades  maiores e menores que diariamente desfilam pelo seu gabinete, deve masturbar-se diante do espelho e dizer: eu sou bom e faço o que me der na real gana, o país que se lixe. Eu é que sou o presidente da Junta e só nomeio um governo quando me apetecer.
Enquanto vai adiando a decisão, vai dando tempo a este governo para destruir documentos comprometedores, falsear números e estatísticas ou ambas as coisas.
Perante esta actuação do terceiro Cavaco, a quem Paulo Portas disse um dia estar a merecer um estalo, sem que o país se indignasse, aparecem umas virgens ofendidas a vociferar, porque Catarina Martins alertou que o homem se comporta como chefe de seita e Tiago Barbosa Ribeiro acusou de se comportar como um gangster. 
Vão bugiar!