quarta-feira, 4 de março de 2015

Quem não deve, não teme...

Vinte e quatro horas depois de o energúmeno ter falado em credibilidade, mandou os capangas de serviço descredibilizar a AR.
Ao chumbar o questionário a Passos Coelho, a maioria está a transmitir uma mensagem clara: o nosso pm é caloteiro e nós temos muito orgulho nisso.
Também já sabíamos que Pires de Lima  e Paula Teixeira da Cruz têm muito orgulho em trabalhar com um relapso que não cumpre as suas obrigações contributivas.
Para que precisa o país de deputados e ministros que protegem caloteiros? 
Sim, porque um gajo que em cinco anos tem mais cinco processos no Fisco não é distraído. É CALOTEIRO!

Aprendam a diversificar, pá!



A Associação de Hotelaria e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA)  criticou o BE por causa deste cartaz  porque, dizem, vai prejudicar o turismo no Algarve. Por outras palavras:  depois de ter visto entidades políticas, culturais e associativas  auto mutilarem  a liberdade de expressão, para não ofender os muçulmanos, vem a gora a  marroquina  algarvia  AHETA tentar cercear a liberdade de expressão do BE, para não perder os euros dos alemães.  Parem de  utilizar a cobardia como argumento para coarctar a liberdade de expressão. Se os alemães não vierem, vêm outros. Aprendam a diversificar, porque não tarda nada, os europeus cansam-se do Algarve e é preciso encontrar outros mercados 
Se eu fosse dirigente do BE mandava os dirigentes da AHETA dar uma volta e, apesar de o cartaz ter um erro (menor se comparado com os erros que vemos todos os dias estampados no Diário da República  ou  em catálogos de promoção turística) esgrimia  a favor da sua multiplicação este argumento de peso.

Cabrões!

Não sejas piegas, pá!

Passos Coelho reconhece que é um fardo para os portugueses e está a prejudicar o país. Então, porque não se demite?

Cuidado com o 44, caros comentadores!

Aviso aos leitores que na caixa de comentários se referem ao 44, sem especificar de quem se trata.
Sejam bem claros. É que D. Manuel Clemente também é o 44º cardeal português a receber as ordens.