sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Bronca em Hollywood! Divulgado o nome do vencedor do Óscar 2015 para melhor actor!


Não sei como Hollywood reagirá a esta inconfidência da  Wikipédia, horas antes da divulgação oficial. 
Fico muito honrado com a distinção, mas desapontado com a revelação, pois gostaria de manter o suspense até ao último minuto. 
Espero que Cavaco não me mande os parabéns, nem queira condecorar-me, porque isso seria uma ofensa.

As vantagens de ir ao barbeiro



Quem fequenta boas Barbearias anda sempre  bem informado. Devo confessar que, com tantos aumentos que este governo fez, me tinha escapado o aumento do mês de Fevereiro para 31 dias. Felizmente ao sr. Luís não lhe escapa nada. Obrigado ao Luís Novais Tito  por me ter avisado

Já cheira a Primavera!

Não me refiro à Primavera sazonal que nos traz as andorinhas, faz desabrochar as flores e nos aguça os sentidos. Refiro-me àquela Primavera que um grupo de néscios  cantou em folhas de jornais, de forma exultante e comovida, como sendo portadora da democracia e da liberdade para povos oprimidos. Como o da Líbia, por exemplo, que viveria em terras de mel, depois de ver jorrar o sangue  do ditador  Kadhaffi pelas ruas de Tripolí.
Pois esse momento histórico  tão enaltecido pelos néscios que tinham tanta fé na Primavera Árabe e acreditam que a democracia é tão exportável como os tomates e as abóboras,  chegou finalmente à Líbia.  
Os criminosos tresloucados do ISIS estão apenas a 300 quilómetros da costa italiana e, diariamente, entram na Europa disfarçados de imigrantes, ou morrem nas águas do Mediterrâneo.
Não sei se esses néscios continuam a vibrar intensamente com o sucesso da Primavera Árabe. Provavelmente, não. Alguns até já esqueceram as tonterias que escrevinharam em jornais e blogs. O que agora os preocupa é a vitória dos loucos do Syriza.  
Eles nunca vão perceber a diferença entre democracia e vender ilusões, dando tiros no escuro

O senhor Guedes importa-se de ir dar banho ao cão?


As declarações de Jean Claude Juncker não valem um chavo. Resumem-se a isto:
“Sim, padre, pequei, estou muito arrependido e peço perdão. Pode dar-me a absolvição, porque eu quero pecar outra vez?”
Aliás, vai ser curioso ver a reacção de Juncker se o paraplégico que exibe Marilú como troféu de guerra, continuar  obstinado em humilhar os gregos. Amouxa e daqui a uns meses volta a ajoelhar no confessionário, como fizeram Gaspar,  Marilú  e Coelho ou como está a fazer Hollande.
Não pensava, por isso, abordar o assunto. Só que ao ouvir as declarações de Marques Guedes, senti subir uma coisa por mim acima. Se o tivesse à mão  cerrava o punho e mandava-lhe uma lufada de ar fresco no trombil.
Não me espanta que Coelho, Marilú ou Gaspar olhem para os números da pobreza, do desemprego, da emigração forçada de jovens e para a destruição da classe média com absoluta indiferença. Não têm dignidade sequer para ser gente, porque passaram a vida de cócoras, mendigando benesses, por isso o sofrimento dos outros nada lhes diz.
Pensava eu que Marques Guedes era diferente e sempre lhe concedi o estatuto de pessoa. Parece que me enganei. Marques Guedes assumiu-se como  porta voz do governo e manifestou a sua indignação pelo facto de Juncker ter admitido que a troika tinha atentado contra a dignidade do povo português.
Pois fique sabendo, senhor ministro, que não foi só a troika a atentar contra a dignidade dos portugueses. Foi também o governo de miseráveis de que o senhor faz parte.
Só um animal seria capaz de proferir estas declarações que, acima de tudo, são um insulto a todos os portugueses  que sofrem, por causa de um grupo de trafulhas que formou governo, simplesmente porque mentiu ao povo para se fazer eleger.
Assim sendo, a única coisa que posso pedir ao sr. Marques Guedes é  que vá dar banho ao cão. Ou à merda. Para baixar as calças  ao Schaueble e ajoelhar é que não lhe peço. Já há gente demais na fila e, em virtude da sua avançada idade, ficar de pé à espera de vez não lhe faz nada bem à saúde.

A Alemanha e o amor aos animais

A Alemanha considerou o pedido grego como um "Cavalo de Tróia"
Já a posição  do governo português foi considerada - segundo fonte próxima de Schaueble- um chupa cabras europeu