terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Martelo,O Rei da Bimbalhada



 Se Marcelo chegar a Belém, Cavaco tem sucessão assegurada no Reino da Bimbalhada. Só lhe falta a fatia de bolo rei.

Deve ter sido por andar a brincar ao Carnaval que  não teve tempo para comentar o artigo da advogada de Carlos Santos Silva, que mete a justiça no cano de esgoto.
Ó prof Martelo, quer um conselho? Em vez de se mascarar de careto, vista antes um vestido preto. Com isso não me comprometo, lembra-se?

Entretanto em França, o PS põe mais uma pedra no túmulo da democracia

O PS francês mandou a democracia às malvas. Não tendo conseguido fazer aprovar uma lei de modernização da economia ( leia-se: simplificação dos despedimentos, retirada de poder aos reguladores, autorização de trabalho aos domingos, destruição do estado social) o pm Valls anunciou que vai recorrer a um artigo da Constituição que permite a aprovação de um diploma rejeitado pela Assembleia Nacional.
A oposição reagiu, apresentando uma moção de censura. Se os 30 deputados socialistas que rejeitaram a lei Valls  apoiassem a moção de censura o governo cairia e teriam de ser convocadas novas eleições. 
Tudo indica, porém, que os 30 deputados socialistas vão votar contra a moção de censura, pois as sondagens apontam para uma vitória eleitoral da extrema direita.
Marine Le Pen não se importa de esperar. Se a Europa continuar a comportar-se como uma turma de idiotas, acocorada aos ditames de um paraplégico bêbado, em 2017 chegará facilmente ao poder. Se em 2017 ainda houver Europa, bem entendido.

Alô Berlin, Sie haben ein Problem!



O casal de chulecos alemão não  fez um ultimato à Grécia. Fez um ultimato à Europa. O  paraplégico foi bem claro: a Alemanha não aceita a democracia. Já tinha sido assim quando obrigaram a Irlanda a votar duas vezes um  Tratado Europeu, mas ninguém ligou.
Agora é mais grave. A Grécia é o berço da democracia. Se a matarem, vão matar a Europa
Tsipras até pode ceder ao ultimato ( o que duvido) mas, se o fizer, estará apenas a ganhar tempo. Antes do Verão terá saído do Euro e da NATO e, muito provavelmente,  irá entregar-se nos braços de Putin, arrastando a Europa para uma crise ainda mais profunda, que poderá terminar muito mal.
O casal  que gere o bordel em que a Europa se transformou está a jogar a roleta russa e tem vistas curtas. Só tem olhos para o  cofre onde amealha o dinheiro roubado aos povos dos países europeus do sul e não vê que a casa está a ser assaltada. 
A Ucrânia era um país democrático, mas estava fora do controlo do casal? O par criminoso arranjou maneira de derrubar o governo, impor uma ditadura e acabou a lançar a Ucrânia para uma guerra. Agora querem a toda a pressa negociar a paz. Durou 24 horas e a guerra a Leste pode propagar-se. 
Hoje, Putin vai a Budapeste assinar importantes acordos energéticos e o governo húngaro já foi bem claro: a Europa Ocidental não nos dá nada, temos de nos virar para Leste.
A Hungria pode abrir mais uma brecha na " unidade" (?) europeia e Putin agradece. Marine Le Pen e os ingleses do UKIP também. Se o referendo em Inglaterra ditar a saída da UE, adeus Europa. Mas esse seria o mal menor. O pior é que o desmembramento da Europa não se fará de forma pacífica. 
Vocês têm um problema, agiotas berlinenses. A vossa ganância vai ter consequências gravíssimas para a Europa. Estou confiante que, à terceira vez,  a Europa ( e o mundo) aprenderá que vocês  não  merecem mais nenhuma oportunidade. São uns arruaceiros de merda, uns nazis incorrigíveis e serial killers que sugam o sangue das vítimas.
Vocês estão programados para jogar roleta russa mas, quem tem o vício de jogar à roleta russa, um dia  f...-se.
Espero que tenha chegado a vossa vez!
Este post não tem nada a ver com o povo alemão. Os alemães apenas foram ingénuos quando elegeram um governo de assassinos irresponsáveis. Claro que muitos  não foram ingénuos e estão muito satisfeitos com o governo que têm. Mas isso é normal.Hitler também tinha mais apoiantes do que adversários.

Um dia à imagem do governo

Hoje é o dia em que dois terços do país não trabalha e um terço finge que está a trabalhar. 
É o dia em que os privados, enquanto gozam a folga, aproveitam para dizer que é muito bem feito que os funcionários públicos ( praticamente só os da administração central, porque dois terços das autarquias marimbaram-se para as ordens do governo) estejam a trabalhar, porque são uns calaceiros, pouco produtivos e têm salários exorbitantes.
Proponho que Terça feira de Carnaval passe a ser o Dia Nacional da Inveja. Ou da estupidez tuga.