segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Não há impossíveis

A História está cheia de exemplos  de impossíveis que se tornaram possíveis. O fim da escravatura, a luta das mulheres pelo direito ao voto e, para lembrar  dois casos mais recentes, o fim do Apartheid e da segregação racial nos Estados Unidos.
Mulheres como Emily Davison ou  Emmeline Pankhurst e homens como Nelson Mandela ou Martin Luther King enfrentaram os impossíveis e contribuíram para mudar o mundo.
É por isso que quando ouço o pm de Portugal classificar como conto de crianças a luta de Alexis Tsipras para salvar o povo grego, tenho a certeza de estar perante um cobarde.
Não há impossíveis! Há é homens e mulheres  com coragem para derrubar tabus e imbecis que se acomodam e vendem para preservar os seus privilégios. Infelizmente Passos Coelho pertence a esse grupo de cobardes. Tsipras poderá não conseguir atingir todos os seus objectivos na defesa do povo que o elegeu mas, pelo menos, lutou.
Passos e curvou-se e vendeu o país a interesses estrangeiros, para defender o seu poderzinho de merda, com o apoio de um imbecil eleito presidente da república. 
Tsipras poderá ficar na História por ter salvo a Grécia e a Europa com a sua ousadia. Coelho terá apenas direito a uma nota de rodapé, onde se lerá: este foi o homem que vendeu Portugal a retalho e entregou a soberania do mais velho país  da Europa à Alemanha.

Quando as mulheres (não) nos fazem felizes

Andam por aí umas carpideiras da bloga apoiante de Passos, a lamentar que não haja mulheres no novo governo grego. Recorrendo à lenga-lenga " a esquerda é machista" invocam o exemplo do governo português, que tem quatro ministras.
Pergunto a todas as carpideiras, que falta fazem as mulheres num governo, quando se comportam exactamente como os homens. Vejamos o exemplo português:
Maria Luís Albuquerque- Além de mentir em comissões de inquérito, estar atolada nas swaps até ao pescoço e aliviar-nos os bolsos, que fez de relevante para justificar a sua presença no governo, que não tivesse sido feito por Gaspar? 
Paula Teixeira da Cruz- Para além do escândalo do Citius, tomou meia dúzia de medidas que só a podem envergonhar, como ainda ontem lembrou a bastonária da ordem dos advogados, a propósito das fugas ao segredo de justiça ou de uma medida legislativa que pretendia impedir os vereadores de exercerem advocacia, mas não abrangia os deputados. Qual a vantagem de escolher  PTC, quando qualquer palhaço da S. Caetano poderia desempenhar o mesmo papel?
Assunção Cristas- Avivem-me a memória, por favor, para o brilhante desempenho desta mulher à frente de um ministério que teve de ser dividido em três, porque Cristas não aguentava tanta pasta. Além de ter prometido rezar a Nossa Senhora a pedir chuva e ter dispensado os funcionários do uso de gravata, qual a medida relevante que irá marcar a sua governança?

Recentemente entrou no governo uma senhora para  substituir Miguel Macedo. Devo dizer, com toda a franqueza, que não só não vi ainda nenhuma medida tomada por ela, como nem sequer consegui fixar o seu nome. Se nem os anglo saxónicos, criadores do Homem Invisível, contestam a necessidade de criar a Mulher Invisível por questões de paridade, para que raio quer Passos ter uma mulher invisível no seu governo?
Como se constata no exemplo português, a política não é uma questão de sexo. Experimentem por a Isabel Jonet como ministra da segurança social e verão como ela se esquece da solidariedade no dia seguinte.

Stand up comedy

 Paulo Portas acusa Ana Gomes de ser mentirosa compulsiva!