terça-feira, 20 de janeiro de 2015

É impressão minha...

... ou os sindicatos foram "comidos" pelo Pires de Lima no negócio da TAP?
É que o caderno de encargos publicado no DR não prevê a proibição de despedimentos, nem exige a manutenção da sede da TAP em Portugal.
Quem negoceia com gente sem palavra arrisca-se a ser vigarizado.

Notícia de Última Hora

Estão a ouvir rebentamentos aí pelo país?  Não se assustem! São funcionários públicos a abrir garrafas de champagne. Estão a festejar  a recuperação de 20% dos roubos no salário feitos por este governo.
Encontrei um, especialmente eufórico, porque este mês recebeu mais 11€, apesar de o corte do seu salário ter sido de cerca de 100.
Para onde foi o resto? - perguntei-lhe
Para a ADSE e para a taxa extraordinária- respondeu-me,  vibrante de orgulho, por estar  a contribuir para a recuperação do país 

Justiça sob suspeita

Ontem, o director do JN insinuava que o juiz Carlos Alexandre e o procurador Rosário Teixeira serão responsáveis pelas fugas de informação para a imprensa.
Conheço Afonso Camões e não acredito que ele faça essa afirmação gratuitamente. Ele  não correria o risco de ser desmentido, se não tivesse provas do que escreve.E a verdade é que até agora não houve qualquer reacção dos visados.
Todos desconfiamos da justiça, porque os seus agentes não se cansam de nos dar provas de que  não podemos confiar na isenção das suas decisões. Mais estranho é constatar que, dentro da justiça, haja quem também tenha sérias dúvidas sobre a imparcialidade das decisões tomadas pelos seus agentes. Pelo menos é a conclusão racional que se extrai, quando um jornal noticia ( sem desmentido do visado) que o procurador exige assistir ao sorteio de um juiz. Se faz essa exigência, é porque admite que há juízes que podem não cumprir a lei e decidir em função de outros factores.
Ora se eles duvidam uns dos outros, ainda mais razões temos para duvidar deles. 
E neste caso concreto, crescem as dúvidas: será a prisão de Sócrates uma vingança, uma encomenda ou simples exercício de humilhação?

À atenção das mulheres portuguesas