domingo, 18 de janeiro de 2015

Como se distingue um jornalista de um lacaio?



Este monte de estrume com carteira de jornalista não está apenas a dizer uma mentira, fruto da  ignorância. Está, deliberadamente, a tentar intoxicar os espectadores com mais uma inventona para denegrir Sócrates, fazendo assim a vontade à entidade patronal.
Mas este momento é exemplar pois permite-nos perceber, mais uma vez,o tipo de jornalismo que se faz no CM.Assente na mentira, na deturpação da verdade, na perseguição, no ódio e praticado por gente sem coluna vertebral nem pingo de seriedade.
José Carlos Castro é fruto de uma escola em que o fanatismo se sobrepõe à verdade e o dever de informar se submete à agenda do patrão.


Um centenário muito especial.




"As mesas do Café endoideceram feitas ar...
Caiu-me agora um braço... 
Olha lá vai ele a valsar
Vestido de casaca, nos salões  do Vice - Rei"

Mário Sá Carneiro
(estrofe de poema incluído  em "Indícios de Oiro" publicado na Orpheu nº1)



Assinala-se este ano o centenário da revista Orpheu, uma revista literária de vida efémera ( apenas se publicaram dois números)  mas que teve um extraordinário sucesso na época, pese embora a crítica lhe ter sido avassaladoramente adversa. 
Foi nas páginas da Orpheu  que  Fernando Pessoa, aliás, Álvaro de Campos publicou pela primeira vez a Ode Triunfal e a Ode Marítima
Mário Sá Carneiro, Almada Negreiros ou  Amadeo  Souza Cardoso foram outros grandes nomes ligados ao projecto vanguardista  da Orpheu, a primeira revista a promover a simbiose entre "as poesia e a pintura".


Nota do editor: este post foi inspirado na Agenda 2015 da Imprensa Nacional Casa da Moeda Na foto) este ano dedicado ao centenário da revista Orpheu.
Foi uma prenda de Natal que me fez sorrir como quando recebia presentes nos natais da minha infância.
Obrigado, Baixinha.

Em Beja, com barbas

Um homem chega à tasca da sua terra com a cabeça, um braço e uma perna em ligaduras.
Pergunta-lhe o amigo:
Então que te aconteceu a essa perna?
Diz ele:
- Foi uma girafa!

Em Beja?!! Sorrindo, pergunta-lhe o outro, então e o braço?
Ao que ele responde:
- Foi uma gazela!

 Em Beja?! Agora já toda gente a rir, o outro ainda lhe pergunta: Então e cabeça?
- Foi uma avestruz!

Aqui, em Beja?!
- Sim! Responde-lhe. ...

E se não param o carrossel, tinha morrido!

(Eu sei que esta história tem barbas, mas eu também tenho e não é por isso que amigos  que não me viam há anos deixam de me dar um sorriso e um abraço)