quinta-feira, 18 de junho de 2015

Dissertações à volta do pote

Fartei-me de escrever sobre o assunto e defendi que a verdadeira reforma de Estado terá de passar, obrigatoriamente, por acabar com esta pouca vergonha que todos conhecem, mas calam, e a que ninguém quer pôr termo para não afugentar a clientela.
Não é um problema exclusivo do PSD. O PS age exactamente da mesma maneira e o CDS, quando lhe dão uma abébia ( lembram-se  das nomeações do Mota da Vespa para a Segurança Social?) aproveita de imediato para reclamar o seu quinhão.
O que é inovador é haver alguém que ponha a boca no trombone e tenha a coragem de dizer: o rei vai nu!

8 comentários:

  1. Realmente é uma dissertação muito pessoalíssima. Mas acho que o título também é tendencioso. É verdade que são todos iguais, mas sempre há uns mais iguais do que outros. Se o snr desaconselha os partidos será o salve-se quem puder? Será cada um de per si? viramos todos anarcas? Como se organiza a sociedade? Eu, na verdade nunca quis pertencer a nenhum partido, mas acho que ganho o suficiente para viver em paz. Acho muito ingénuo, quem exerceu certas funções, vir para aqui armar aos cágados. Faria melhor figura calado. Parece o outro que pertence à cidadania e só denuncia corrupção, mas agora quer ser pr, porque ele sabe muito bem do que fala e não deve ser por ter as mãos limpas. Ficou assim depois que o rio correu com ele. Feitios...

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Haja quem denuncie.

    O pior é que este compadrio existe em todos os Partidos, caramba!!!

    Amigo, fica bem

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  4. Concordo em absoluto:

    "Hoje não recomendo a ninguém ser militante de um partido. São sítios de maus costumes. O que se aprende é que tendem a gerir as coisas de forma condenável. Nada tem a ver com ética nem a nada se pode aplicar a palavra ética."

    Nunca fui militante de nenhum partido, apenas simpatizante do partido no qual vou votar em Outubro.

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  5. Gosto muito do novo layout, Carlos.

    A praia de Moledo, não é verdade?

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  6. Só me apetece dizer asneiras daquelas "cabeludas"!!

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  7. Era aí está um conterrâneo que vivenciou algo de muito semelhante ao que eu vi e vivi há já muitos anos.
    Também eu saí porta fora e nunca mais voltei.
    Fazia-me mal à saúde.

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