quarta-feira, 17 de junho de 2015

Dar milho aos pombos

Mais clarinho, não podia ser. Na mouche

4 comentários:

  1. Vá lá que FF não vai tão longe quanto a clarinha (pode a gestão de um país estar entregue a quem pede dinheiro emprestado e não sabe gerir o seu próprio dinheiro e tem de pdedir emprestado?), mas o esforçado argumento serve o mesmo fim que a clarinha subserviente do ti balsemão.
    Alguém, mesmo sendo político ou ex-político e PM, tem a obrigação ou mesmo o dever moral de vir à praça pública informar que pediu dinheiro a um amigo? Conheceis alguém, mesmo de vossa relação, conhecido ou amigo, que vos decubra que anda a pedir dinheiro emprestado? Então tal situação não é um caso exclusivamente do foro pessoal e tão íntimo com guardar segredo do que se passa dentro de casa?
    Sócrates mentiu? Como, ele disse, e bem, que fizera um empréstimo ao banco porque era caso de relações públicas e não falou do empréstimo ao amigo, nem tinha que falar pois tratava-se de caso absolutamente privado e de intimidade entre dois velhos amigos; ficou-se por aqui e não disse, nem tinha que dizer na altura nem lhe perguntaram, que obtivera um empréstimo do amigo. Portanto mentiu onde, como, a quem se única e exclusivamente tinha de dar contas desse empréstimo ao amigo? O que certamente fez sempre e, conhecendo-se a sua tempera e qualidades, o amigo sabia que estava ao seu fácil alcance cumprir, para além da riqueza familiar.
    Estais tão baralhados que comecais a interiorizar o que diz a direita e a esquerda radicais e, claro, se dizeis o mesmo que essa direita começástes a pensar como ela.

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  2. Ele não mentiu. Ele disse que pediu um empréstimo e isso é verdade, que acabou de pagar não há muito tempo. Nunca ninguém foi tão escrutinado, na praça pública como este homem e quase sempre com base em acusações anónimas. Ninguém perdoa a um homem que lhe tirem 3 meses de férias judiciais, quando os mesmos faziam congressos de luxo patrocinados pelo BES. A pena dele já foi maior da que ele merecia. Seria bom que se fizesse justiça, mas ela não há e muito menos para os grandes criminosos, pois é preciso não esquecer que 50% da riqueza nacional está na
    mão de meia dúzia de pessoas. Os outros têm de pedir emprestado, quando têm crédito. Eu quase não ganho para as multas. Uma porque não parei MESMO, num stop. Outra porque não reduzi o SUFICIENTE numa rotunda, de interior, onde quase não passa ninguém, outra porque não fiz pisca com a NECESSÁRIA antecedência, apesar de ter feito. Tudo isto sem nunca ter visto um agente, tenho a carta em banho-maria durante seis meses. Agora a via verde dá amarelo, já recebi um mail com um processo e apesar de gastar uma fortuna para o 707, onde me disseram que já estava resolvido, mas não está. Enfim têm de arranjar dinheiro de qualquer maneira para pagar aos puros procuradores.

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  4. Quem é que decidiu que o DCIAP tivesse apenas um juiz para tratar de tantos e tão complexos processos??
    Mudem essa estupidez que pode ser que a Justiça já seja um pouco mais rápida.

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