terça-feira, 28 de abril de 2015

Nem tudo o que parece é...

João Valle e Azevedo está a preparar o programa de governo do PSD. 
O partido de Passo Coelho ainda não tem lá dentro vigaristas suficientes e precisa de contratar mais? - estarão já alguns leitores a perguntar. 
Não se assustem... este Valle e Azevedo não é o ex presidente do SL e Benfica. É um dos economistas do Banco de Portugal que se prestou a dar o seu contributo ao programa com que Passos Coelho vai tentar enganar, uma vez mais, os eleitores portugueses.
É verdade que na primeira quem quer cai e na segunda só cai quem quer mas, a avaliar pelas sondagens, há muitos tugas masoquistas que querem uma segunda dose de austeridade.

3 comentários:

  1. Qual será a diferença entre Vale e Azevedo e Valle e Azevedo??
    Para além do L, obviamente.... :))

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  2. Será que os economistas do BdP, além de serem também professores, podem acumular mais este rendimento extra? Não acredito que vão trabalhar de borla, além de irem baralhar para dar de novo em interesses próprios, pois o BdP, agora não tem gente capaz e a prova é a maneira como se tem enleado em toda esta teia que nos irá matar à fome. Aliás nem têm atribuições que justifiquem tamanhas mordomias, só porque agora se consideram uma dependência do BCE e com as mesmas regalias. A eles não se aplica a nossa legislação.
    Também não se esqueçam que o Vale e Azevedo foi assessor jurídico do 1º. ministro Pinto Balsemão e que o jornalista da SIC Martim Cabral é irmão da mulher dele. É apenas uma cacofonia política.

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  3. «há muitos tugas masoquistas que querem uma segunda dose de austeridade».

    Desculpe mas aqui não concordo consigo por várias razões.
    Depois de um país ter ido à falência, era fatal ter de haver austeridade, a austeridade, não é imposta alegremente por este (ou qualquer outro) governo de forma sádica, nem o povo é masoquista para a aceitar alegremente. A austeridade é simplesmente uma consequência do país ter entrado em bancarrota e não poder continuar a gastar 10 quando só produz 5, porque já ninguém nos empresta os outros 5.
    Mesmo um governo PS, terá necessariamente de fazer uma política de austeridade, porque não podemos gastar o que não produzimos. Agora o que se pode censurar é a intensidade da austeridade, mas não a austeridade em si, porque ela vai andar por cá durante mais alguns anos, seja qual for o governo.

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