segunda-feira, 27 de abril de 2015

Como Paulo Portas se diverte a gastar o nosso dinheiro

Paulo Portas tinha comunicado à AR que partiria para Nova Iorque, em serviço oficial, no sábado ( dia 25 de Abril) ao meio dia. 
Inesperadamente, apareceu na cerimónia da AR. À hora do jantar reuniu-se com o noivo Passos num hotel de Lisboa para anunciar a coligação.
Conclui-se que partida de Paulo Portas no sábado para Nova Iorque não era imprescindível. Provavelmente nem o serviço oficial  seria assim tão premente caso contrário, não teria adiado a viagem para assinar o acordo de coligação.Fá-lo-ia após o regresso.
Não se conclui, mas presume-se, que a partida no sábado lhe permitiria  gozar um domingo em Nova Iorque à custa do contribuinte e serviria para justificar a ausência das cerimónias comemorativas do 25 de Abril.
Quando se pedem sacrifícios aos portugueses Portas - cujos gastos em Nova Iorque a imprensa já divulgou- vai passar o fim de semana a Nova Iorque, sem que haja justificação plausível? 
Já agora, podem explicar-me por que razão a cerimónia de assinatura do acordo de coligação se realizou num hotel ( com os custos inerentes)? 
Ouvi alguém dizer que a escolha da data foi simbólica. Treta! Esta gente está-se borrifando para o 25 de Abril.Apenas quis retirar da agenda mediática as propostas dos economistas para o programa do PS. 
Devo reconhecer que até foi uma boa jogada. Não precisavam era de gozar os contribuintes.
Adenda: Não haverá por aí nenhum jornalista interessado em divulgar a agenda de Portas nos EUA?

9 comentários:

  1. Jornalista interessado em divulgar a agenda de Portas nos EUA? Nenhum, está claro. Quem é que ficaria a seguir 'the master's voice'?

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  2. Concordo consigo, Carlos: como (quase) toda a gente considerou as propostas dos socialistas simpáticas, quiseram mudar o assunto dos jornais. Que, como sempre, fazem como os cães quando lhes atiram um osso...

    Quanto às passeatas por NY, pois, imagino a premência...

    Beijocas

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    1. Alguém sabe se o motorista brasileiro que tirou a carta à pressa, também ia a NY?

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  3. Carlos, não há jornalistas, nem patrões, interessados em
    que se faça jornalismo de "investigação". Estão quase todos vendidos, ou a defender o tacho, o que para mim é a mesma coisa. Os princípios nunca estão à venda. Hoje temos jornalistas que nem sabem escrever nem falar. Desconhecem como se formam plurais ( até o pr-cidadões), vogais abertas ou fechadas. Mas o que mais me congrange, sobretudo hoje por causa da notícia dos presos intoxicados, é ouvir jornalistas e médicos a dizerem tóchicos.Já agora também lhe pergunto como é que os jovens de hoje, de mente aberta, conseguem absorver notícias escritas de maneiras diferentes , conforme os jornais. Felizmente que também não lêem jornais e nos exames só é preciso de acertar nos quadradinhos. A possibilidade de acertar varia, como é óbvio, com a quantidade dos mesmos.

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    1. Se me permite, respondo-lhe assim:
      http://cronicasontherocks.blogspot.pt/2015/04/pontos-de-vista.html

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    2. Eu permito tudo. Eu só fico indignada com a imbecilidade esperta dos chicos- espertos convencidos. Às vezes até sai para não responder, de imediato, com a minha acidez ou estupidez para os outros.
      Já li e pontos de vista, de facto, há muitos. O outro grande senhor também dizia chapéus há muitos.
      Já agora esclareço que agora também uso outro heterónimo. Quando fala a sabedoria, uso a deusa Athena, e a coruja como símbolo. Quando quero dar ferroadas uso a abelha. Estou a brincar. depende apenas do navegador que está aberto

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    3. Ainda bem que eslareceu essa questão dos heterónimos, porque quando apareceu a Atena, pensei que se tratava de uma amiga virtual de longa data que desapareceu da blogosfera.

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  4. O Marcelo falou nessa decisão de assinar e anunciar o acordo naquela data, Carlos.
    Não foi inocente nem nada que se pareça.

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