quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Passos Coelho é um monstro!

Fico-me por aqui, porque por muito que me esforce não consigo encontrar  a resposta adequada para responder a este pulha!
Alguém diga a esse monstro, que uma vida não tem preço.

9 comentários:

  1. Não , amigo, Passos não deixará morrer ninguém da sua família...

    Repara que a mulher está a receber todos os tratamentos e , segundo li, ela acompanha-a sempre . Ainda bem.

    Pena que ache não terem as outras pessoas o mesmo direito!

    Bons sonhos

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  2. Uma vida não preço, Carlos.
    É mesmo só isso.
    Quem não o compreender é humanamente muito mal formado.

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  3. Hoje li na Flor de Jasmim:
    Os ricos podem comprar a saúde
    Aos pobres é recusado o direito de ter saúde.

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  4. Às vezes as coisas são mais complicadas do que parecem.
    Embora esta declaração seja mínimo desastrada, não é tão monstruosa como à primeira vista possa parecer, porque quanto a mim esta declaração não foi totalmente bem interpretada. Passos Coelho diz: «não é legítimo pagar uma fortuna para aceder ao medicamento». Acho que o mal está logo aí, os medicamentos não deviam custar uma fortuna, sobretudo se salvam vidas. As farmacêuticas, também tem que ser postas na ordem, deixarem-se destas chantagens e de se portarem como autênticos mercadores de vidas.
    Apesar destas atenuantes, Passo Coelho esteve mal, esta declaração é insensível e altamente fria para com quem está em risco de perder a vida.


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  5. A frieza dói , mas , as farmacêuticas cresceram , algumas como monstros.
    M.A.A.

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  6. A julgar pelas suas atitudes, duvido que o PM saiba o que significava palavras "vida humana".

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  7. Ele acompanhou a mulher a fazer rádio e quimioterapia. Foi ele que lhe rapou o cabelo antes que ele caísse. Não será que ele é mesmo macabro? Mas para ela mal se descobriu a doença teve logo vaga para fazer o tratamento, enquanto para outros marcam desmarcam, voltam a marcar. Ele é que não fazia cá falta nenhuma. Nunca esperei desejar a morte de alguém. Já é o segundo. O primeiro já se foi.

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