quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Mete e tira e volta a meter

Ontem Mario Draghi disse que não havia mais dinheiro para os bancos gregos.
PPC y sus muchachos exultaram. Tsipras tinha de se vergar.
Os mercados  reagiram mal à decisão de Draghi
Hoje o presidente do BCE veio dar o dito por não dito. Afinal sempre há dinheiro. 
Confesso que não percebo nada desta embrulhada, mas palpita-me que não foram só os mercados que obrigaram Draghi a recuar. 
Em actualização:Neste momento, em Atenas, uma multidão imensa está nas ruas a apoiar  a posição do governo do Syriza  em relação à troika e à União Europeia.
Relamente não somos a Grécia.

8 comentários:

  1. Óptima notícia!!!

    Espero, sinceramente espero, que os gregos triunfem !!!

    Obrigada, amigo

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  2. Acompanho-te na lamentação: Realmente não somos a Grécia.

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  3. Realmente não somos a Grécia. Somos pequeninos.

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  4. Estes canalhas traidores talvez se codilhem!

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  5. Estes canalhas traidores talvez se codilhem!

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  6. No Público de hoje, numa entrevista a pessoa conhecida, foi feita uma pergunta incisiva
    "Numa reunião recente do PS, o António Costa terá dito que a nossa dívida pública era constrangedora do crescimento, mas não insustentável. O que é que é que isso quer dizer?"
    Li e reli e fiquei sem saber se chegou a responder... se fossemos a gregos...

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  7. Há muito que Portugal e a Grécia não eram tão diferentes como agora.
    Eles têm um político com carisma e que quer o bem do seu povo; nós temos uma besta a governar-nos...

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  8. Como já tinha comentado, a União Europeia tem que lidar com a nova realidade grega.
    E não é com arrogância que o conseguirá fazer.
    Quer queira, quer não, a União Europeia tem que dialogar com o novo Executivo grego.

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