quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Quando uma capa de jornal diz tudo sobre quem o faz


O Correio da Manha foi o único jornal generalista português que não manifestou  solidariedade com o Charlie Hebdo.
Essa atitude já seria suficiente para explicar o tipo de jornalismo que se pratica naquele pasquim adorado pelos tugas. 
O CM , no entanto,  foi mais longe e mostrou aos seus leitores que  grassa uma grave doença entre os jornalistas que por ali vomitam ódio e vingança, em vez de se limitarem a fazer jornalismo.
Reparem nas chamadas de capa. 
Nem sequer referem o Charlie Hebdo. O maior destaque vai para o "amigo de Sócrates" ( o ex- pm é, para quem faz o CM,  uma obsessão de adolescentes a caminho da delinquência)  e no topo da página um sublinhado para a doença de Laura Passos Coelho.
Esta gente devia deitar-se no divã de um psiquiatra, porque sofre de doença incurável do foro psiquiátrico. 
Não é por acaso que a sua mais epidermicamente insuportável repórter/jornalista se chama Laranjo  e tem nome próprio de personagem de telenovela(Tânia). Uma combinação explosiva.

5 comentários:

  1. No mais recente "Barca do Inferno", Isabel Moreira qualificou (quanto a mim, bem, embora de uma forma algo extrema) os jornalistas que trabalham naquele jornal como prostitutos do jornalismo.

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  2. Carlosamigo

    Poizé. Raio de jornaleiros!!!!!! Fdp, por extenso filhos da prostiputa!

    Abç

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  3. Remédio?
    O que eu faço - não leio nem que me paguem.
    Até o direito à estupidez e a à cegueira devem ser livres

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  4. Até me custa escrever o nome desse monte da páginas.

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  5. Monte de páginas? Eu diria antes um monte de m....

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