terça-feira, 20 de janeiro de 2015

É impressão minha...

... ou os sindicatos foram "comidos" pelo Pires de Lima no negócio da TAP?
É que o caderno de encargos publicado no DR não prevê a proibição de despedimentos, nem exige a manutenção da sede da TAP em Portugal.
Quem negoceia com gente sem palavra arrisca-se a ser vigarizado.

4 comentários:

  1. Carlosamigo

    Hoje não venho comentar, venho só INFORMAR

    O teu excelente texto intitulado E se houvesse um atentado em Portugal? que tive o prazer e a honra de publicar na nossa Travessa tem sido um êxito! E com toda a razão. Convido-te a passar por lá para veres. Uma vez mais um grande MUITO OBRIGADO!!!!!


    Abç

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  2. Pois é, "quem dorme com animais vadios, acorda com pulgas"!....

    Dorme bem, amigo meu :)

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Carlos, desculpe lá fazer de advogado do diabo, mas no caderno de economia do Expresso de 17/1/2015, na sua página 10 li o seguinte:
    «Entre as exigências que constam do documento (caderno de encargos)...a manutenção da sede e direcção em Portugal...num acordo assinado entre nove sindicatos, que não haverá despedimento colectivo durante 30 meses ou enquanto o Estado mantiver a posição accionista com que ficará depois da privatização (34%)».

    Se o caderno de economia do Expresso estiver errado ou mal informado, darei sem qualquer problema o braço a torcer.

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