sábado, 3 de janeiro de 2015

De dúvida em dúvida

Se as respostas de Sócrates às perguntas da TVI não merecerem uma resposta de Carlos Alexandre ou do MP, muita coisa ficará esclarecida. Quem cala consente e ficaremos a saber que a prisão de Sócrates é arbitrária e injustificada.
No entanto, outra dúvida se levanta: Carlos Alexandre sucumbiu à vaidade, ou está a fazer um jeitinho a alguém?

4 comentários:

  1. Parece-me que o silêncio vai ser esclarecedor...

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  2. Carlos Alexandre sucumbir à vaidade? Não é bem o seu género, bem pelo contrário.
    Jeitinho a alguém? Não creio. Vou mais pelo sentir que as coisas não são como parecem e que o gesto de um juiz, por muito super que seja, pode não valer nada.

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  3. O papa hóstias é inviesado , deve estar a fazer um jeitinho a alguém e como é "meia leca" deve estar a inchar como o sapo..M.A.A.

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  4. Hum!!! parece-me que estratégia da xuxaria começa a resultar...
    que interessam a boa vida e os muitos milhões; a denúncia financeira (obrigatória por lei e não por conveniência de alguém) que deu origem ao processo e nada congruente com os rendimentos declarados do suspeito; o facto de sabendo que os seus amigos tinham ido de cana, fazer marcha atrás no embarque; ter dado ordens para "limpar" as coisas...lá de casa; as contradições do ora arrenda, ora compra, ora vende, ora empresta, ora herdou... etc. Para quem tem de decidir... porque coloquemo-nos no lugar de quem tem que decidir uma medida de coação, e especificamente no caso José Sócrates, faz o quê? Sobretudo quando é sabido que o arguido tinha viagem para o Brasil marcada para 2 dias depois.
    Independentemente de nenhuma das suspeitas vir a ser provada (coisa tão rara como se sabe...) ou até que se demonstre terem as mais cândidas das explicações, há alguém que duvide da lógica precedente à detenção do arguido para interrogatório?! Começam a enojar: as excursões, as declarações, as missas e imprecações da pandilha que floresceu à volta dos negócios com fundos públicos, que enfraqueceu o Estado e tornou a Justiça mais cara e inacessível. É difícil aceder às provas constantes do processo durante a fase de inquérito? Esta alteração, foi uma alteração... do Governo de Sócrates. A justiça é economicamente acessível apenas a quem tem (muito) dinheiro. Afirmar, como afirma, que o juiz não apresentou nenhuma prova (!!!), que as pessoas são condenadas sem qualquer julgamento, que são acusadas injustamente, que este é um caso político - não chega a ser sequer um «vir contra facto próprio». É um nojo!

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