quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Big Brother

Tenham cuidado com o que escrevem no Facebook. Uma mulher de Abrantes resolveu brincar e duas semanas depois recebeu uma carta do Instituto de Segurança Social a comunicar que lhe fora retirado o Rendimento Social de Inserção.
Leia a história aqui

12 comentários:


  1. Caso anedótico de excesso de zelo! Talvez se trate de um caso de denúncia.
    (e a ser, que ricos amigos ela tem!)
    Pena que isso não aconteça aos verdadeiros prevaricadores!

    Beijinhos nacionais
    (^^)

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  2. Se é o bando do Poder a espiar , não surpreende : têm que dar trabalho aos muitos assessores .

    Existem infiltrados no Facebook, pois isso foi assumido por um Sá que entrou , a mando de Relvas, na campanha contra Sócrates .

    Também é possível que , dada a campanha que o CDS sempre efectuou contra esta medida, alguém denunciasse, pois , infelizmente, sempre há canalhas a apoiar canalhas.

    Amigo, fica bem...sem a chuva daqui

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  3. Na SSocial, nem têm tempo para se coçarem. Até nem levantam o cu da cadeira para ir verificar muitos subsídios atribuídos a Instituições, que às vezes nem têm lá ninguém. Retiram-lhe os melhores funcionários, ou reformaram-se, porque é uma área que exige conhecimentos especializados. Nos bons velhos tempos, conheço quem esteve em Macau, dois anos, a receber cá 60% de subsídio por doença, porque tinha uma médica amiga. Há tanta coisa. Também há os Serviços onde pagavam uma ninharia às pessoas e agora entregaram a privados a quem pagam fortunas e que só fazem trabalho por amostragem e aleatoriamente. Também conheço quem se reformou automaticamente por Invalidez porque atingiu os 1096 dias, que eram exigidos na altura, sem nunca ter sido chamado para ir a uma junta, ou ter sido visitado em casa. Já os funcionários públicos, que não eram protegidos, mesmo com autorização para saírem de casa, tinham só uma determinadas horas para o fazer e eram logo visitados. Havia muita gente apanhada só porque ia à farmácia comprar os remédios. É tudo tão diferente do que muita gente pensa. Isto se existiu só pode ter sido denúncia. Há tanta injustiça e tanta trafulhice, mas dos grandes casos ninguém quer saber. Até as grandes empresas que aumentaram os ordenados dos seus altos quadros, para depois se reestruturarem, ou irem para a falência e estes para a pré-reforma, de barriga ao sol, com uma rica pensão, ou a trabalharem noutro lado. Para não falar daqueles que iam para o desemprego e que pediam a indemnização total, para montarem um negócio e criarem postos (fictícios) de trabalho, mas com esse dinheiro compravam um rico edifício que supostamente iria ser o novo escritório. Claro que isto só acontecia aos que tinham bons ordenados e quando não havia limite para o subsídio de desemprego, e que também tinham às vezes familiares nos bancos que gozavam e gozam de condições especialíssimas para empréstimos. E assim aumentaram o seu património pessoal. O mundo sempre foi dos espertos, mas só a gente honesta é que paga as favas.

    Por enquanto ainda não há ligação entre o FB e a base de dados. Mas convém realmente as pessoas deixarem-se de caganças e não viverem uma vida artificial no FB. Mas já disse aqui que tudo que vai para o Google pode ir parar à NSA.

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  4. E esqueci-me de dizer que hoje os funcionários públicos, laureados condecorados, etc, nem de borla podem exercer funções 'pro bono'. http://expresso.sapo.pt/trabalho-pro-bono-de-reformados-afinal-nao-faz-perder-a-pensao=f882475

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    1. Agora já podem exercer pro bono. O governo emendou a mão. resta-me a consolação de ter levantado o problema no dia seguinte à publicação da lei, mas os media só pegaram no assunto dois ou três meses depois.

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  5. esta história parece mal contada.algum conhecido deve ter denunciado a senhora...

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  6. Independentemente de a senhora da notícia estar inocente ou não, e até acredito que esteja, porque cheira-me que isto foi um chibo qualquer que se foi chibar à segurança social, por vingança ou inveja. A nossa segurança social não é a NSA e duvido que ande a policiar o facebbook.

    No entanto gostaria de dar a minha opinião sobre as redes socias (facebook, twitter e Instagram). Penso que elas nos trazem mais prejuízos do que benefícios. Por isso partinho a opnião do Sousa Tavares, não tenho conta no facebook e nas outras redes socias e nunca terei. Se quero partinhar alguma coisa com família ou amigos faço-o por email e esporadicamente. Não vejo utilidade nenhuma nestas redes. Que é que me interessa dizer aos outros que estou a caminho do trabalho, no ginásio ou a dar um peido? Nada!!! Mas estas redes tiveram tanto sucesso, porque a humanidade é vaidosa e intrinsecamente social, gosta de se mostrar. Comigo é que não levam nada. Se todos fossem como eu, o Mark Zuckerberg não passava de um simples anónimo.

    Voltando um pouco mais ao tema, lembro-me que no ano passado no Estados Unidos, meia dúzia de idiotas que constavam como desempregados, exibiram fotografias suas no facebook e Instegram, de férias na praia, em motos de água, iates e festas na Flórida, viram o seus subsídios de desemprego cancelados.

    É como eu digo, as redes sociais só trazem problemas e poucos benefícios. Por mim, não obrigado!

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  7. O FB nõ morde desde que as pessoas não se ponham a jeito! Infelizmente há gente burra que chegue para por coisas estúpidas no FB de livre e espontânea vontade! Também infelizmente há bufos demais e também infelizmente serviços estúpidos que cortam o s subidos sem se darem ao trabalho de averiguar da veracidade da situação. Quando se está no reino da estupidez o FB só a torna mais visível. Por mim, tenho sido feliz, tido muitas alegrias e encontrado gente gira e inteligente para partilhar ideia e conhecimentos no FB e vou continuar! O Fb é apenas uma ferramenta que usamos de acordo com a nossa cabeça e como cantava o falecido Variações quando a cabeça não tem juizo...

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  8. PS. Não estou a considerar burra a pessoa que colocou a brincadeira da viagem, mas que há muita gente põe coisas bem parvinhas, no doubt. Neste caso os serviços da segurança social é que parece que lhes parou o cérebro relativamente ao acto de cancelamento e a todo o procedimento subsequente!

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    1. Absolutamente de acordo, Rita. Gostei muito de te ver por cá!

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