segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Paulo Portas é uma gordura de Estado?

Tantas foram as vezes que Passos Coelho humilhou Paulo Portas, que ninguém duvida que o pm o considera uma gordura. Mas, tal como há colesterol bom e colesterol mau, no governo Paulo Portas é uma gordura boa, da qual Passos não prescinde, para preservar a existência.
O vice pm continua imparável. Na semana passada esteve no México. Na quinta-feira veio a Portugal fazer uma rábula na AR e no domingo voltou a atravessar o Atlântico.Desta vez, o destino é Cuba. Consigo leva sempre uma multidão de empresários e jornalistas. 
Os contribuintes continuam a pagar alegremente as viagens turísticas de Portas, mascaradas de apoio às empresas portuguesas e ao investimento.
Pensava eu que os empresários portugueses eram crescidinhos e não precisavam da protecção do Estado... 

Cavaco e o amor aos animais



Cavaco não perdeu tempo. O caniche da Merkel abandonou funções na sexta feira e, hoje mesmo, o sr. Aníbal, habitualmente  retardado no discernimento e na acção, ofereceu-lhe uma coleira. 
Para além de premiar o trabalho prestado ao serviço de Merkel, Cavaco  quis também distinguir os altos serviços prestados pelo caniche (que já foi cherne), graças à visão de longo alcance, quando, ao serviço de Bush, conseguiu ver armas de destruição maciça que nenhum ser humano conseguira vislumbrar.
Em resposta, o caniche recuou aos tempos em que era cherne e asseverou que a coleira que acabara de lhe ser colocada era uma prova inequívoca de que tomara uma decisão acertada, quando optou por abandonar o reino dos peixinhos tugas e ascender a essoutra forma de vida superior, que  são os caezinhos amestrados.
Ao que parece adorou viver no circo, onde os seus latidos foram muito apreciados, tendo conseguido a proeza de se tornar o preferido da chefe da trupe de saltimbancos.
Cavaco ouviu, emocionado.
Não me espanta se, lá para o final do ano, entregar igual distinção a um coelho, dando provas do seu extraordinário amor aos animais.

Redacção: a Cabra


 O DN foi o viveiro onde o então líder do PSD foi colher o maior número de jornalistas venerandos. Tão descarados no apoio ao grande líder, tornaram o DN numa célula do PSD. A todos Passos recompensou com lugares  em gabinetes, direções gerais,  institutos públicos e, em pelo menos um caso, com um lugar de secretário de estado.
Eva Cabral, jornalista do DN, foi  contemplada por Pedro Passos Coelho nesta tômbola, com um ligar de assessora. Na semana passada foi aos Açores e protagonizou esta cena que o Expresso divulgou:
 Via Câmara Corporativa
 Se Pedro Passos Coelho  fosse minimamente educado teria começado por pedir desculpa ao motorista e logo de seguida exonerava a assessora.
Se Eva Cabral tivesse um pingo de vergonha nas trombas, teria posto de imediato o lugar à disposição. Não o fez, porque as cabras dão-se bem no meio do gado