quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Bentos com rajadas fortes

Regressado à Ibéria, faço uma pausa para visitar amigos em Marbella, desfrutar este sol maravilhoso e as águas cálidas destas paragens. Ao final do dia pedi emprestado um computador e naveguei durante uma hora na Internet.
Surpreendo-me com a demissão de Vítor Bento do BES ( ele não tinha aceite o lugar por dever patriótico?) mas rapidamente percebo que o patriotismo tem limites, ao ler as explicações sobre as razões que levaram à sua demissão. Vítor Bento cansou-se de ser moço de recados de Carlos Costa e Passos Coelho que estão com pressa em vender o Novo Banco. A propósito, apetece-me perguntar como Seguro: qual é a pressa? 
Igualmente surpreendente, foi a notícia do despedimento de Paulo Bento. Portugal conseguiu a proeza de perder com a Albânia e despedem o homem? Não me parece justo. O homem vai ficar na História e, já que não o despediram no fim do Mundial, deviam obrigá-lo a ir até ao final da fase de apuramento e depois exigir-lhe responsabilidades.
 Depois de nos fazer passar  tantas vergonhas, Paulo Bento ainda recebe um milhão de indemnização?Felizmente para ele, em Portugal a incompetência continua a ser premiada.
Fico também a saber, pelos comentários de alguns leitores, que o debates entre Seguro e Costa têm sido combates de wrestling e fico aliviado por não estar aí para ver.
As férias estão a chegar ao fim e desconfio que, quando regressar, ainda me vou surpreender com muitas mais coisas mas, nos próximos dias, prefiro voltar a ignorar o que se passa em Portugal. 
Confesso, no entanto, que há uma notícia que desperta a minha curiosidade: as medidas anunciadas sobre a fiscalidade verde. Por agora, abstenho-me de me pronunciar porque não tenho dados suficientes mas, logo que chegue a Lisboa,vou documentar-me para escrever sobre um assunto a que sou particularmente sensível.
 Assim que souber o resultado do referendo na Escócia, volto a passar por aqui. Até já!

A brincar, a brincar...

Estamos quase a chegar lá...