quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O perigo amarelo

A minha avó materna costumava dizer que o perigo para o mundo não eram os comunistas. Conta a minha mãe que, segundo a minha avó, o mundo devia estar atento, mas era ao perigo amarelo. Percebi que lembrar isso aliviava a minha mãe. Entendia ela que o perigo amarelo era a China, que ficava muito longe. Além disso, - ainda segundo a minha avó- esse perigo só viria no século XXI, pelo que a minha mãe fazia contas e dizia:
No ano 2000 já cá não estarei. Se fosse viva teria 85 anos.
Em 2014, constato que a minha mãe estava duplamente enganada. Não só está quase a fazer 100 anos, como o perigo amarelo de que a minha avó falava não era certamente a China. Era este:
Tal como a Al Qaeda, esta organização de amarelas está dividida em células. A célula portuguesa tem vários membros, sendo esta a mais perigosa, por ser oxigenada:
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