quinta-feira, 4 de setembro de 2014

É o que temos...

Esta capa do i diz tudo sobre o povo que somos.
Quanto mais jovens e instruídos, mais estúpidos.
Depois de criar a justiça privada, com a multiplicação dos centros de arbitragem, Paula Teixeira da Cruz quer implantar a justiça popular.
Naquela cabecinha, há uma ideia perversa: a melhor maneira de poupar na justiça, é permitir que o povo faça justiça pelas suas próprias mãos, conhecendo tudo sobre a identidade dos pedófilos. 
Pais, escolas e juristas rejeitam a ideia, mas o povo gosta!

Paula Teixeira da Cruz é mais loira do que eu pensava!


Paula Teixeira da Cruz anda  ufana, porque "fez uma reforma que não se fazia há 200 anos". Não há entrevista em que ela não o refira, com a vaidade estampada na face.
Mesmo que seja comprovadamente uma merda e que a ministra omita que a reforma estava feita quando ela tomou posse. Só não avançou porque  ela queria que a reforma fosse sua e.
Por estes dias, a ministra  anda  ansiosa e devora todos os jornais. Não vê a hora  de ler   elogios à "reforma Teixeira da Cruz".
É esse o seu ponto G e ela anseia que alguém o descubra. Ainda ninguém o conseguiu, daí a excitação toda da drª Paula.
No entanto, senhora ministra,  devo confessar-lhe que não a imaginava tão loira!. Acreditei que  tomaria todas as cautelas, para garantir que tudo corresse bem. Mesmo tentando compreender a sua vaidade , não posso deixar de lhe dizer uma coisa:
Se eram expectáveis, o melhor teria sido tomar providências para evitar esta bagunça, não lhe parece? 

Com António Costa no Parque das Conchas


O Parque das Conchas  já foi um dos mais aprazíveis espaços de lazer de Lisboa

Assisti com alegria e prazer à recuperação das Quintas das Conchas e dos Lilazes, um enorme pulmão verde  na cidade de Lisboa.
Durante muito tempo fui utente diário daquele espaço logo pela manhã e, muitas vezes, ao final da tarde.
Hoje em dia, as visitas são cada vez mais escassas. O espaço está quase ao abandono, apesar de continuar a ser frequentado por milhares de lisboetas. O relvado está em mau estado, a  zona mais alta desmazelada, as "cascatas" secas e nos canteiros as plantas morrem (aparentemente) por falta de rega adequada.
Já elogiei diversas vezes o trabalho de António Costa na frente ribeirinha, aplaudi a sua decisão no Marquês e Av. da Liberdade, a recuperação da Mouraria e muitas outras coisas que o seu excutivo tem feito de bom por Lisboa.
Hoje, lamento, mas não posso deixar de criticar o abandono  a que parece estar votado o Parque das Conchas. Não chega fazer lá uns concertos ao final da tarde e umas sessões de cinema ao ar livre para animar a malta.. Aquele pulmão de Lisboa precisa - e merece- ser tratado com desvelo para se  manter com a vivacidade que lhe conheci depois da recuperação.
Eu sei que os lisboetas têm uma boa quota parte de responsabilidade na deterioração do Parque das Conchas, porque em nada contribuem para o manter cuidado. Bem pelo contrário. Todos os dias é possível ver actos de vandalismo, porque os lisboetas ( e os portugueses em geral) não sabem cuidar dos bens públicos. 
A água já não corre por aqui
 Não recolhem lixos que fazem durante os piqueniques;
Em vez de utilizarem a agradável zona de merendas, abancam onde lhes apraz, montam a tenda e toca a dar ao dente;
Os cães fazem as suas necessidades à vontade e poucos são os humanos que se preocupam em recolher os dejectos;
Os equipamentos infantis são utilizados às vezes por adultos , aumentando assim a sua deterioração;
Já vi uma mãezinhas a limpar o rabo de uma  criança no lago dos patos!
Eu sei que não é possível ter um fiscal em cada esquina dos espaços urbanos, mas há que fazer qualquer coisa, inclusivé aplicar multas severas, suficientemente dissuasoras, para que as pessoas se habituem a respeitar o que pertence a todos. Seis meses de fiscalização atenta e implacável, com  aplicação de multas severas, sem complacência, contribuiriam para melhorar a consciência cívica dos lisboetas. Foi assim que algumas cidades pelo mundo fora  se tornaram exemplos de limpeza e educação cívica.
Se queremos Lisboa limpa e bem cuidada, onde temos prazer de viver e orgulho em mostrar aos turistas, não vamos lá com editais. É preciso recorrer a medidas mais drásticas.


E agora qu'é qu'eu faço, patroinha?

Parece  que o caniche andou a mentir sobre a conversa que teve com Putin. Habituado a mentir aos portugueses  e aos aliados que o adoptaram e apoiam todas as golpadas, o ex-maoista mediu mal as consequências da sua mentira e agora vê-se confrontado por Putin:
- Ou dizes a verdade, ou divulgo a conversa. Tens 48 horas para te retratares
A esta hora o caniche deve estar a ganir aos joelhos de Merkel:
- E agora qu'é qu'eu faço, patroinha?