quarta-feira, 30 de julho de 2014
A queda de um mito
Poucos meses depois de este governo ter tomado posse e se ter tornado visível a inépcia dos ministros que o compunham, surgiu por aí um spin que apontava o ministro da saúde como o ministro mais competente deste governo.
A mensagem passou e fez o seu caminho, com muitos comentadores a exercerem o efeito multiplicador da falácia. Uma das mais entusiasmadas vozes em abono de Paulo Macedo foi a de Clara Ferreira Alves que, semanas a fio, enalteceu as qualidades e virtudes do ministro da saúde no Eixo do Mal.
Soube-se hoje, que a ONU não está de acordo com os que incensam o dr. Macedo, tendo mesmo avisado o governo que o 41º lugar ocupado por Portugal no Índice de Desenvolvimento Humano ( chegou a ser 34º no tempo de Sócrates, tendo descido 7 posições- e não subido 3 como erradamente diz a imprensa afecta aos parasitas do pote) está em risco, por falta de investimento na saúde ( e educação).
Numa penada, a ONU fez cair o mito Macedo e mostrou que, também na saúde, o importante são os resultados
Governo vai baixar impostos
Depois de descer o IVA do pão com chouriço, de 23%, para 6%, o governo está a estudar a redução do IVA noutros produtos.
Na primeira linha estão os produtos com excesso de sal e de açúcar que a ministra das finanças chegou a admitir poderem vir a ser alvo de um agravamento de impostos. Pedro Mota Soares, no entanto, surpreendeu o conselho de ministros com a apresentação de uma proposta inovadora. O ministro da Segurança Social pretende que o IVA sobre este tipo de produtos "nocivos para a saúde" seja reduzido para 6% para consumidores reformados.
Perante a estupefacção dos seus colegas, Pedro Mota Soares explicou:
- Vocês não querem deixar de pagar reformas aos velhos? Então a melhor forma é incentivá-los a consumir produtos que os despachem mais depressa.
Fonte próxima do CM disse ao CR que Marilú ficou surpreendida com a sageza do colega democrata cristão e terá soltado um espontâneo " Como é que eu não me lembrei desta?"
Alegando a necessidade de fazer xixi, Marilu saiu da sala e foi telefonar a Junker:
" Tenho a solução para combater o envelhecimento dos europeus. Diga lá que não sou um génio!"
Não pagamos?
Logo que rebentou a notícia sobre o Grupo Espírito Santo, o tipo que anda por aí a fingir que é primeiro-ministro afivelou a sua voz de tenor e garantiu: os contribuintes portugueses não serão chamados a pagar os erros de gestão dos privados.
Repetiu a afirmação mais duas ou três vezes, para que fosse reproduzida pela comunicação social à saciedade e os portugueses se convencessem que o alegado PM os tinha no sítio.
Ontem, pela noitinha, aproveitando o facto de a maioria dos portugueses estar em férias, ou distraída com outras coisas, o governador do Banco de Portugal ( um dos mais escutados gramofones do dandy da Porcalhota) lá veio esclarecer que, se não houver alternativa, os portugueses lá terão de puxar os cordões à bolsa para pagar as dívidas do GES/BES.
Não pagamos?Ai pagamos, pagamos!
Subscrever:
Mensagens (Atom)

