quarta-feira, 14 de maio de 2014

C'um caneco! Não adianta chorar...



Ponto prévio: durante quase três horas, torci pelo Benfica como se fosse o meu FC do Porto que estivesse lá. Sei que alguns dos meus amigos benfiquistas - e os benfiquistas em geral- torcem sempre pelas equipas estrangeiras quando jogam contra o FC do Porto, mas eu sou assim, torço sempre pelas equipas portuguesas. Devo ter mau feitio...
No final, no entanto, não pude deixar de lembrar uma frase proferida por alguém: as finais são para ganhar. Depois fiz as contas.
Em 29 anos, o FC do Porto jogou 11 finais, venceu 8 e perdeu 3 ( duas supertaças europeias e a Taça das Taças de 1985 contra a Juventus-a primeira final europeia dos azuis e brancos)
Em 53 anos o Benfica jogou 12 finais ( sim, a Taça Intercontinental também conta) e venceu apenas duas.
Desculpem-me os amigos benfiquistas, mas há certamente razões para isto que não têm a ver apenas com a sorte, nem com pragas do Béla Gutman...

A Lei da Rolha



Mesmo que um funcionário público conheça casos de corrupção, ou clara violação da lei pelos dirigentes, deve é estar caladinho, para não prejudicar a imagem do serviço?

Para acabar com a maldição?

O Benfica mandou fazer uma estátua de Béla Gutmann, para ver se acabava com a maldição do húngaro. Será hoje? Todos esperamos que o SLB vença, mas não será por isso que a maldição pode ser considerada extinta, porque o húngaro não se referia à Liga Europa ( que na altura ainda nem existia), mas sim à Taça dos Campeões ( hoje em dia Liga dos Campeões).

O Fado do Enganado


Nem em Macau Cavaco evita a controvérsia das condecorações
Aliás, ler por estes dias a imprensa de Macau é a confirmação  de que o desprezo  pelo Zé das Medalhas por Cavaco vai muito além das fronteiras lusas.
Leia-se, por exemplo, a crónica de  Carlos Morais José  ( sei bem o que fizeste no Verão passado)
ou Inês Gonçalves no Ponto Final