terça-feira, 13 de maio de 2014

Aceitam-se apostas

A que horas, e em que local,  é que Cavaco dirá a primeira bujarda durante a sua visita à China? (esta não vale, porque se enquadra dentro das habituais visões da Maria)
Por falar em Maria...Qual a cor do vestido que vai usar  na recepção no consulado de Macau?

Um dia destes ainda canta...



O que mais irá esta gaja fazer em palco? Um dia destes ainda a vamos ver a cantar!

À espera da vaga de fundo...

Eu não quero mas, se pedirem muito, lá terei de me candidatar a Belém

À sombra de uma azinheira



Este Maio de 2014.está a candidatar-se a Mês dos Prodígios, tantos são os factos insólitos que estão a ocorrer. Não me refiro apenas ao clima, nem àquele simulacro de comício no palácio da Ajuda. Também  estou a aludir à  nova versão da Viagem do Elefante empreendida pelo casal Silva que, acompanhado de um numeroso séquito, rumou ao Oriente. Tenho em mente a campanha eleitoral para as europeias e o alheamento da população, cansada de discursos e sem perceber patavina do que está em jogo no dia 25, mas isso já não é um facto insólito, mas sim uma banalização da democracia que os mais atentos já perceberam onde vai acabar.
 Verdadeiramente insólito, porém, foi o governo ter transformado o  "adeus à virgem" habitual no 13 de Maio, num "adeus à troika" agendado para o próximo dia 17, em plena campanha eleitoral para as europeias,  e o regresso de Manuela "Bocas" Guedes à actividade informativa. Será na RTP Informação e o papel atribuído a Manuela Moura Guedes será o de comentadora!
Poiares Maduro recupera assim a manipuladora jornalista que com os seus dislates e histerias na TVI, em muito contribuiu para a queda de Sócrates e a ascensão de Coelho. Prevejo que, com o aproximar das legislativas de 2015, Maduro lhe ofereça um espaço informativo onde, utilizando a capa de jornalista, Manuela  invente um bom conjunto de falsidades sobre Seguro e outras figuras do PS.
Mas como a  máquina manipuladora da dupla Maduro/Lomba não pára, começou já a arrebanhar escribas que promovam a figura da jornalista, ornamentando-a com os epítetos mais risíveis. Na verdade, dizer que MMG é uma mulher culta só podia passar pela cabeça de uma Azinheira. 
Mas como estamos em tempo de glorificação dos travestis, com ou sem barba, ninguém leva a mal que se promova a grande figura do jornalismo, uma agente ao serviço do governo,  travestida de jornalista.