A saída limpa tem-me feito recordar, por estes dias, algumas histórias antigas que esmaecem o alvoroço festivo que se apoderou da coligação do pote.
Com a saída limpa, ocorreu algo de semelhante: o governo não tinha escolha, porque os parceiros europeus não estavam dispostos a apoiar um programa cautelar.
Ocorreu-me também outra história, porventura mais divertida, que ilustra as consequências de uma saída sem rede. Se as coisas correrem mal e os juros subirem, muito provavelmente, será este o resultado...
Em primeiro lugar veio-me à memória o caso da FORD, no início do século passado. O FORD T foi um sucesso de vendas mas os consumidores, fartos que estavam da cor preta, começaram a exigir automóveis com outras cores. Henry Ford, conhecedor da teoria da "Necessidade de Satisfação do Cliente", mas indisponível para fabricar automóveis com outras cores, porque seriam um obstáculo à produção em massa e tornariam o carro mais caro, reagiu com sobranceria e disparou:
As pessoas podem ter o carro da cor que quiserem, desde que seja preto.Com a saída limpa, ocorreu algo de semelhante: o governo não tinha escolha, porque os parceiros europeus não estavam dispostos a apoiar um programa cautelar.
Ocorreu-me também outra história, porventura mais divertida, que ilustra as consequências de uma saída sem rede. Se as coisas correrem mal e os juros subirem, muito provavelmente, será este o resultado...



